Universidade Federal de Pernambuco - Departamento de Engenharia de Produção
Engenharia de Produção promove SIDS 2013 com professor mexicano PDF Imprimir E-mail
O Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção (PPGEP) da UFPE promove, esta semana, o Seminar of Information and Decision System (SIDS 2013), que contará com palestras do professor Juan Carlos Leyva López, do Departamento de Economia e Gestão da Universidade do Ocidente, no Mexico. O evento é realizado todos os anos, sempre com professores convidados.
As palestras ocorrerão no auditório Newton Maia do Centro de Tecnologia e Geociências (CTG), amanhã (21), às 14h30, sobre o tema "A multiobjetive evolutionary approach to multicriteria ranking problems with a medium-sized set of alternatives", e na quinta-feira (23), às 14h30, sobre o tema "Influence of the coordination modes in supporting multicriteria group decision aid methodologies".
O professor é PhD em Ciência da Computação e foi professor visitante na Louisiana State University (EUA). Ele estuda tópicos como Sistema de Apoio Multicritério a Decisão e Otimização Multiobjetivo Evolucionária. De 2007 a 2009, foi coordenador da Rede Ibero-Americana sobre a Decisão Multicritério e Avaliação (RED-M). Atualmente, é presidente da Sociedade Mexicana de Pesquisa Operacional.
Mais informações
Secretaria do PPGEP
(81) 2126.8728 (ramal 2)
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Simulação de processos do Restaurante Universitário é tema de pesquisa em Engenharia de Produção PDF Imprimir E-mail

O professor Márcio das Chagas Moura e o aluno Victor Viana ambos do departamento de Engenharia de Produção (DEP) e do Centro de Estudos e Ensaios em Risco e Modelagem Ambiental (CEERMA) auxiliaram, através de suas pesquisas, a equipe do Restaurante Universitário da UFPE na tomada de decisão no que diz respeito à melhoria do nível de atendimento de serviço aos estudantes. Os estudos, que foram realizados com auxílio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC-CNPq), identificaram que os balcões são os gargalos atuais do processo de atendimento. “Nota-se, através dos resultados da simulação, que os balcões são utilizados emquase 85% do tempo, enquanto a capacidade de estudantes sentados do RU é apenas utilizada em cerca de 44% do seu total em média durante o horário de almoço. Em outras palavras, a capacidade do RU possui folga pra sermais utilizada, mas a quantidade de balcões não permiteque isto ocorra atualmente.”, diz o professor Márcio das Chagas Moura.

Portanto, a equipe do RU irá duplicar em caráter experimental o número de balcões de distribuição de refeições. Além disso, outras modificações discutidas com a empresa contratada para o fornecimento de refeições e com arquitetos da UFPE também serão implementadas na tentativa de melhorar o atendimento e o nível de satisfação dos estudantes. “O importante deste trabalho é que soluções desenvolvidas dentro da UFPE podem resolver problemas da própria instituição. Além disso, o PIBIC permite a formação de recursos humanos capacitados a trabalhar nessa área da Engenharia de Produção”, acrescenta das Chagas Moura.

 

Video: http://youtu.be/0WDsE8fDvm8


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Revista Exame publica quais os engenheiros mais procurados do país, segundo headhunters PDF Imprimir E-mail

Fonte: Revista EXAME publicado em 21/02/2013

 

Os engenheiros mais procurados do país, segundo headhunters

Mercado de trabalho para engenheiros está mais estável, afirmam especialistas; mas alguns profissionais continuam raros e demandados, veja quem são eles

 

Os engenheiros em alta

São Paulo – A freada econômica do ano passado também freou o ritmo de contratações de engenheiros. É o que afirmam headhunters consultados por EXAME.com. Mas, segundo ele, isso não significa que não há espaço para os profissionais de engenharia. 

Ao contrário: entre as 30 profissões mais promissoras para 2013, segundo levantamento de EXAME.com, dez são ligadas à área de engenharia. E muito disso é por conta descompasso entre oferta de profissionais disponíveis e a demanda das companhias.

O gargalo, segundo os especialistas, não é tanto a formação, mas a experiência do profissional. “Diferente de uma área financeira que tem muita gente nova, a engenharia precisa de pessoas experientes”, afirma Rodrigo Falcão, gerente da Hays no Rio de Janeiro. 

Por isso, boa parte das oportunidades profissionais que chegam nas consultorias de recrutamento consultadas exigem conhecimentos que apenas a vivência de mercado pode oferecer. “As posições que estamos falando dependem do quão específico o profissional é”, afirma Giuliano Carcagnoli, da Futurestep. 

Confira nas próximas páginas os cargos de engenharia que, de fato, continuam em alta em algumas regiões do país, de acordo com a percepção dos headhunters consultados por EXAME.com.

 

Diretor de obras de infraestrutura

Onde? Obras de infraestrutura

Quem é? O diretor de obras de infraestrutura tem a missão de acompanhar todo o cronograma e tirar o empreendimento do papel. “Todo o planejamento da obra é responsabilidade dele, desde a compra de materiais, passando por custo até a visão de tudo o que está sendo feito”, afirma Fernanda Campos, diretora-executiva da Mariaca. 

Formação: Engenharia civil e experiência no setor.

 

Diretor de licitações

Onde? Obras de infraestrutura e de energia

Quem é? É o profissional responsável por estruturar a proposta da empresa para a licitação de uma obra. “Ele tem que entender de custos, planejamento, precisa ter uma visão muito boa do cronograma”, afirma a especialista da Mariaca. 

“Tem que ter muita habilidade e penetração nos meios de negociações comerciais com o governo e ao mesmo tempo ser muito técnico”, afirma Daniela Ribeiro, da Robert Half. E, segundo Falcão, principalmente, muita experiência. “Se ele não viveu uma obra de grande porte, como irá precificar?”, diz.

 

Gerente de projetos

Onde? Obras de infraestrutura; setor de óleo e gás

Quem é? Este é o profissional que tirará o projeto do papel, de acordo com Raphael Falcão, da Hays no Rio de Janeiro. “É a pessoa que conhece de tudo um pouco”, diz Daniela Ribeiro, da Robert Half.

Formação: “É um engenheiro de qualquer tipo de especialidade com background técnico na área em que está gerenciando o projeto e com certificações”, afirma Diego Mariz, da Michael Page. Na exploração do petróleo, segundo Falcão, geralmente, esta etapa é desenvolvida por equipes multidisciplinares.

 

Diretores e gerentes de operações

Onde? Usinas hidrelétricas e eólicas

Quem é? “Ele olha toda a cadeia de produção até chegar no produto final”, afirma a diretora-executiva da Mariaca. “A responsabilidade é garantir que o site está operando, rodando dentro da disponibilidade correta”, diz Diego Mariz, gerente da Michael Page. 

Formação: Engenheiro elétrico com background técnico dentro do setor de energia

 

Engenheiros para manutenção

Onde? Setor de óleo e gás (principalmente, plataformas de petróleo); indústria pesada

Quem é? “A manutenção constante dos equipamentos em operação é feita pelos engenheiros”, diz Falcão, da Hays. “Eles são os responsáveis pela disponibilidade dos equipamentos”, afirma Diego Mariz, gerente da Michael Page.

Formação: bom nível técnico, formação varia de acordo com o setor.

 

Diretor de tecnologia

Onde? No departamento de tecnologia das empresas

Quem é? O departamento de tecnologia das empresas foi repaginado nos úaltimos anos e migrou de um papel de apoio para uma posição estratégica dentro das corporações.

“Ele ajuda a empresa a vender mais, melhora a qualidade do produto e faz com que a empresa chegue a mercados que não alcançava antes”, afirma Falcão, da Hays. Afinal, “é a tecnologia que otimiza a operação, desocupa postos de trabalho, reduz custos e aumenta a eficiência”, afirma Rodrigo Forte, da Exec. 

Por conta disso, agora, não basta ser um exímio técnico, o engenheiro que atua neste setor tem que ter uma excelente visão do negócio e boa capacidade de negociação. “Ele tem que entender dos negócios para poder trazer soluções no uso da tecnologia”, afirma Fernanda, da Mariaca. 
Formação: “Esta função, hoje, pede uma formação mais científica e complexa porque é um mercado em intensa inovação”, afirma a especialista da Mariaca.

 

Engenheiro ambiental

Onde? Setores químico e petroquímico. Os outros setores também demandam este profissional

Quem é? A expectativa é que, nos próximos anos, mais empresas separem a área ambiental do setor de segurança de trabalho, de acordo com Daniela Ribeiro, da Robert Half. “O profissional precisa primeiro entender o negócio da companhia, os produtos e impacto no meio ambiente para, então, reformular os processos”, afirma a especialista da Mariaca. 

Atualmente, no entanto, a maioria das empresas mantém estas duas áreas unidas. Neste caso, o papel do profissional vai desde “manter a operação sem acidentes até garantir que a área produtiva não afete o ambiente evitando desperdícios, fazendo tratamento de resíduos”, afirma Diego Mariz, da Michael Page. 

Formação: Engenheiro ambiental ou engenheiro químico com pós em ambiental, segundo o especialista da Robert Half

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
Caruaru recebeu inauguração do Mestrado em Engenharia de Produção PDF Imprimir E-mail

O curso é o único da área localizado no interior nas regiões norte e nordeste

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Após 15 anos da criação do mestrado em Engenharia de Produção da UFPE, no Recife, o campus do Agreste iniciou suas atividades com o mestrado na mesma área, onde ocorreu a aula inaugural no dia oito de março de 2013, ampliando a formação de profissionais na região e expandido o campo de trabalho. Ganham o Estado e a cidade, que terão profissionais mais capacitados. Esta ação consolida a expansão da formação em Engenharia de Produção pela UFPE que também teve a criação do curso de Graduação em  Engenharia de Produção em 2009 no campus do Agreste. O processo seletivo deste primeiro ano de curso, contou com inscrições no âmbito regional (Caruaru, Gravatá, Vitória, Garanhuns, Petrolina, Campina Grande-PB) e também no âmbito nacional, com inscrições vindas do Pará e do Mato Grosso.

 

 
Com investimentos de US$ 50 bi, Nordeste vira rota de grandes empresas PDF Imprimir E-mail

Fonte: UOL Economia, publicado em 19/02/2013

  • Tomas Munita/The New York Times

    Obras no porto de Suape (PE), um dos polos do Nordeste que mais recebem investimentos

    Obras no porto de Suape (PE), um dos polos do Nordeste que mais recebem investimentos

Já se foi o tempo em que as belas praias impulsionavam quase solitariamente a economia do Nordeste. Nos últimos anos, a região deixou de apenas atrair turistas e passou a ser receptora também de investimentos de peso, ajudando os Estados a se industrializarem.

Nos últimos cinco anos, o Nordeste passou a atrair grandes investimentos. Entre os setores, estão fábricas de carros e motos, refinarias, estaleiros e siderúrgicas.

A região tem perspectivas de receber mais de R$ 100 bilhões. Somente nos três maiores polos de desenvolvimento da região -Suape (PE), Pecém (CE) e Camaçari (BA)-, os investimentos captados nos últimos cinco anos e projetados até 2015 somam cerca de R$ 98 bilhões, segundo dados levantados pelo UOL.


Fora os principais polos, o Nordeste ainda conta com outros grandes empreendimentos em andamento, como a nova fábrica da Fiat, que será instalada em Goiana (a 80 km do Recife). A montadora está investindo R$ 4 bilhões. Mesmo que de forma mais tímida, outros Estados também se se movem para atrair empresas.

No Maranhão, por exemplo, há expectativa pelo investimento de uma refinaria da Petrobras. Em Alagoas, um estaleiro do grupo Sinergy é prometido pelo governo do Estado e deve ser construído em Coruripe, no litoral sul do Estado. Além disso, todos os Estados receberam grandes redes de magazine, supermercados e comemoraram construções de novos shoppings.

Números mostram crescimento da região Nordeste

Os números mostram o crescimento da economia nordestina. O PIB (Produto Interno Bruto) da região aumentou seu peso. Em 2004, a soma das riquezas da região representaram 12,7% do total do Brasil. Em 2010, esse percentual passou a 13,5%.


Entre 2002 e 2010, o número de trabalhadores formais na indústria da região mais do que duplicou, saltando de 800 mil para 1,7 milhão.

O emprego com carteira assinada em geral, não só na indústria, também vem se expandindo. Em 2000, eram 4,3 milhões de empregos formais, com salto para 13,3 milhões, em 2011.

As exportações nordestinas também tiveram alta significativo, de US$ 4,6 bilhões, em 2000, para US$ 18,8 bilhões, em 2011.

"A existência de uma infraestrutura [estradas, portos, aeroportos, energia] melhorada nestas duas últimas décadas, a presença de várias cadeias produtivas espalhadas pelos Estados, um mercado de consumo crescente e a permanência de incentivos fiscais, explicam a atratividade de projetos industriais para a região nordestina nestes últimos anos", diz o economista Cícero Péricles, professor da Universidade Federal de Alagoas e doutor em economia regional.

Financiamentos de banco regional cresceram 776% em 10 anos

Outro número que aponta o bom momento nordestino vem do BNB (Banco do Nordeste do Brasil). Responsável por ofertar crédito em linhas especiais com juros de 3% ao ano, o banco teve um crescimento nominal de volume de recursos investidos na região de 776% em 10 anos, e de 351% em total de operações.

Em 2002, por exemplo, foram R$ 2,6 bilhões, em 686 mil operações. No ano passado, esse investimento chegou a R$ 22,8 bilhões, com 3,1 milhões de operações.

O presidente do BNB, Ari Joel, afirma que a tendência é que os negócios não parem de crescer. "Se olharmos o nível de investimento em energia, estrada, portos, a Copa 2014, além do mercado de consumo e a atratividade dos financiamentos, somado à própria política de incentivo do governo, isso nos dá uma perspectiva ótima para os próximos anos."

Para Joel, o crescimento da renda na região foi "preponderante". "Com o aumento do  salário minimo e os programas sociais 30 milhões de pessoas passaram a consumir mais. Essa renda toda vai para consumo, e alguns segmentos específicos, como indústria de motos, da linha branca e os supermercados, investem para atender essas pessoas."

 
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