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Flávio Dino vai conduzir aula magna na UFPE e receber título de Doutor Honoris Causa |
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25.04.25
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino estará no Recife no dia 5 de maio para receber o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e ministrar uma aula de boas-vindas para os estudantes da instituição. O evento está marcado para as 9h30, na Concha Acústica Paulo Freire, no Campus Recife.
Na ocasião, o ministro vai falar sobre “O impacto das novas tecnologias no mundo do trabalho”. Ele ainda vai receber a honraria concedida a personalidades que contribuem e contribuíram para a Universidade, a região ou o país com sua atuação em favor das ciências, das letras, das artes ou da cultura.
Dino, em 35 anos de vida pública, foi professor universitário da UFMA e da UnB, Juiz Federal, Juiz Auxiliar da Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), Secretário-Geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Deputado Federal, Presidente da Embratur, Governador do Maranhão, Senador da República e Ministro da Justiça e Segurança Pública.
Em fevereiro de 2024, tomou posse como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
Com informações do Diario de Pernambuco.
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Quando elas entram no clima |
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18.05.25
Falta pouco menos de 6 meses para a realização da COP30 no Brasil. À medida que se aproxima a data da maior conferência para concertação global na luta contra as mudanças climáticas, intensificam-se os debates em torno da temática por atores dos setores privado, público, da sociedade civil, de ONGs, da ciência e da academia.
Uma questão tão complexa merece mesmo muita discussão –especialmente porque os debates sobre as causas e os efeitos das mudanças climáticas já extrapolaram há muito os limites técnicos. Há um dever de casa a ser feito por toda a sociedade.
Nesse contexto, parece-me que a COP30, sob a presidência brasileira, pode dar uma contribuição relevante para que a perspectiva de gênero, em suas interseccionalidades, seja uma dimensão indissociável da justiça climática. Aposto nessa hipótese por 3 principais motivos.
O 1º é pela importância que a perspectiva de gênero vem ganhando em função dos dados contundentes sobre os efeitos das mudanças climáticas e seus impactos sobre os direitos das mulheres e meninas. Segundo a ONU Mulheres, 80% das pessoas deslocadas por desastres climáticos no mundo são mulheres.
No Brasil, estudo do Instituto Clima e Sociedade mostra que mulheres negras são as que mais enfrentam insegurança alimentar em regiões afetadas por eventos extremos, como secas prolongadas e enchentes. Na tragédia das enchentes do Rio Grande do Sul, em 2024, mulheres negras, indígenas e periféricas foram as mais afetadas, segundo relatório recente da Redesca (Relatoria Especial sobre Direitos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais), da Comissão Interamericana de Direitos Humanos.
Ainda assim, elas ocupam menos de 20% dos cargos de destaque em espaços decisórios da política ambiental e, de todas as 30 edições da COP, só 5 mulheres ocuparam a presidência da conferência.
O 2º ponto é pela presença inédita de líderes femininas na COP30, a começar pela CEO da conferência, Ana Toni; pela ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, que liderará a Comissão Internacional Indígena e o Círculo dos Povos Indígenas; e, também, pela primeira-dama do Brasil, Janja da Silva, e a ex-primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, ambas anunciadas como enviadas especiais da COP30.
Essas mulheres trazem o protagonismo e a legitimidade necessários para garantir que as vozes historicamente silenciadas sejam ouvidas nas discussões e negociações climáticas. Mulheres indígenas, negras, periféricas e ribeirinhas têm sido as sentinelas do clima, mesmo historicamente invisibilizadas pelas políticas ambientais. Sua presença na COP30 deve ser tratada como central –e não apenas como simbólica.
Além disso, a ministra Marina Silva, referência global no enfrentamento das emergências climáticas, é uma voz fundamental que reforça o protagonismo feminino nesta agenda. Sua atitude de liderança evidencia que a pauta ambiental, quando liderada por mulheres comprometidas, se traduz em políticas públicas que enfrentam diretamente as desigualdades estruturais, ampliam a justiça social e promovem a sustentabilidade, especialmente nos territórios mais vulneráveis do Brasil e do mundo.
Vale destacar também o protagonismo crescente das mulheres empreendedoras que atuam na linha de frente da preservação da natureza e da defesa dos biomas brasileiros. Inovando em áreas como energia renovável, agricultura sustentável, educação ambiental e desenvolvimento de produtos ecologicamente corretos, essas mulheres criam startups e negócios que não apenas reduzem o impacto ambiental, mas também impulsionam a economia local e criam empregos dignos.
Elas desafiam a lógica extrativista e capitalista tradicional, oferecendo alternativas sustentáveis que combinam cuidado ambiental, produção de renda e fortalecimento comunitário. Essas iniciativas reforçam a urgência de políticas públicas que reconheçam, apoiem e ampliem essas experiências como parte fundamental da justiça climática.
Por fim, porque a justiça climática só será possível se for também justiça de gênero. E isso exige recursos, dados, decisão política e vontade institucional.
O presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, expressou esse compromisso em sua 1ª carta pública, ao destacar que a presidência brasileira “dará continuidade ao plano de ação de gênero” e trabalhará para fortalecer capacidades, ampliar investimentos e garantir a participação das partes interessadas no avanço das NDCs (Contribuições Nacionalmente Determinadas) e dos NAPs (Planos Nacionais de Adaptação), com atenção aos países em desenvolvimento. Palavras que apontam para uma agenda de ação, não só retórica.
O Brasil tem a chance histórica de transformar a COP30 em um marco não só ambiental, mas também civilizatório. Para isso, precisa romper com o modelo de negociações tecnocráticas e incluir, de forma estruturada e irreversível, as mulheres nos espaços decisórios, nas estratégias climáticas e na implementação das políticas públicas. Porque quando as mulheres entram no clima, a luta deixa de ser técnica para ser profundamente política.
*A UFPE foi mencionada por meio da descrição da autora da matéria.
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Ranking mundial: UFJF cai, mas está entre as top 5,1% universidades |
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04.06.2025
A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) está no percentual de 87% das universidades brasileiras que tiveram queda de posições em comparação com outras instituições de graduação ao redor do mundo, revela a edição deste ano do Global 2000 list, ranking árabe organizado pelo Centro de Classificações Mundiais de Universidades (CWUR). Em 2025, a UFJF ocupa o 1.090º lugar entre as 21.462 universidades avaliadas em 94 países e integra as top 5,1% no mundo. Já no ano passado, a instituição havia conquistado 19 posições acima, sendo a 1.071ª colocada entre as 20.966 unidades acadêmicas classificadas, ficando entre as top 5,2%.
Já no ranking nacional, a UFJF evoluiu, passando da 24ª mais bem avaliada para a 23ª. Sua colocação na América Latina e Caribe foi mantida como a 39ª melhor. As classificações levam em conta, com diferentes pesos, a qualidade da educação (25%), o nível de empregabilidade dos alunos após o curso (25%), a qualidade do corpo docente (10%) e a relevância das pesquisas (40%). Com nota 70.1 nas duas edições mais recentes do “Global 2000 list”, a UFJF piorou no quesito emprego, passando do 1.579º degrau para o 1.623º. A pesquisa também decaiu, saindo de 1.020º para 1.040º.
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Para o CWUR, o principal fator para o declínio das universidades brasileiras no geral é o desempenho na pesquisa, em meio à intensificada competição global de instituições bem financiadas. O presidente do Centro, Nadim Mahassen, também cita o “limitado apoio financeiro do Governo” como causa do deslize das instituições acadêmicas do país.
“Enquanto vários países estão colocando o desenvolvimento da educação e da ciência no alto de sua agenda, o Brasil está lutando para acompanhar o ritmo. Sem um financiamento mais forte e um planejamento estratégico, o Brasil corre o risco de ficar ainda mais para trás no cenário acadêmico global em rápida evolução”, alerta Mahassen em um release divulgado à imprensa.
UFJF avalia ranking e considera oscilações pouco significativas Em relação aos resultados da UFJF na edição 2025 do Global 2000 List do CWUR, o pró-reitor de Sistemas de Dados e Avaliação da UFJF, Marcel de Toledo Vieira, observa que as oscilações foram pouco significativas, sendo comuns em rankings internacionais que avaliam um número muito elevado de instituições e atualizam seus critérios anualmente. “A UFJF passou da 1.071ª para a 1.090ª colocação, num universo que aumentou de 20.966 para 21.462 universidades avaliadas — ou seja, quase 500 instituições a mais. Ainda assim, a UFJF melhorou sua posição relativa, passando a integrar o grupo das top 5,1% do mundo, frente aos 5,2% do ano anterior.”
“Consideramos esse resultado altamente positivo, sobretudo diante do cenário de intensificação da competição global entre instituições com grande volume de investimento. Estar entre as 5% melhores universidades do mundo, ocupar a 23ª colocação nacional e manter-se como a 39ª da América Latina e Caribe reafirma a solidez acadêmica e científica da UFJF”, complementa Vieira.
O pró-reitor acrescenta que a UFJF vem apresentando resultados consistentes também em avaliações oficiais nacionais. “No último ciclo do Índice Geral de Cursos (IGC), indicador calculado pelo Ministério da Educação, a UFJF obteve nota 5, ou seja, nota máxima uma vez que a escala que vai até 5.” O IGC leva em consideração o desempenho dos estudantes no Enade, a qualidade da pós-graduação (avaliada pela Capes) e outros fatores relativos à qualidade da formação acadêmica. “Este resultado posiciona a UFJF entre as melhores instituições de ensino superior do país, com um perfil de excelência consolidado.”
Vieira ainda citou as dificuldades financeiras enfrentadas pelo setor. “Reiteramos o compromisso da UFJF com a produção de conhecimento, a qualidade da formação oferecida e a contribuição para o desenvolvimento regional e nacional, mesmo em um cenário de restrições orçamentárias que impacta diretamente as universidades públicas brasileiras. Ainda assim, seguimos entregando resultados que atestam a relevância e a competência de nossa comunidade acadêmica.”
USP é a universidade melhor posicionada, e UFMG ocupa 497º lugar De acordo com levantamento realizado pela Agência Estado, das 53 instituições de ensino brasileiras que concedem diplomas de graduação, 46 caíram de posição em relação ao ranking de 2024, o que corresponde a 87%. A Universidade de São Paulo (USP) é a melhor posicionada do Brasil e da América do Sul, mas caiu uma posição na lista, passando de 117ª em 2024 para 118ª em 2025, com quedas nas notas de qualidade da educação, empregabilidade, qualidade do corpo docente e indicadores de pesquisa.
Já a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), segunda melhor colocada do país, escalou 70 posições até a 331ª , enquanto no ano passado estava em 401º lugar. A Universidade de Campinas (Unicamp) é a terceira classificada no Brasil e passou do 370º para o 369º. No total, apenas sete instituições de ensino superior brasileiras melhoraram em relação a 2024. Além da UFRJ e da Unicamp, completam a lista:
Universidade de Brasília (UnB) – 836º em 2024 e 833º em 2025; Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS) – 1.396º em 2024 e 1.367º em 2025; Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) – 1.465º em 2024 e 1.455º em 2025; Universidade Federal do Rio Grande (FURG) – 1.677º em 2024 e 1.644º em 2025; Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) -1.868º em 2024 e 1.836º em 2025. Já as 15 universidades brasileiras melhor posicionadas no ranking global são:
USP, em 118º lugar; UFRJ, em 331º; Unicamp, em 369º; Universidade Estadual Paulista (Unesp), em 454º; Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em 476º; Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em 497º; Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em 617º; Fundação Oswaldo Cruz, em 668º; Universidade Federal de Santa Catarina, em 727º; Universidade Federal do Paraná, em 783º; UnB, em 833º; Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), em 870º; Fundação Getulio Vargas (FGV), em 880º; Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em 887º; e Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em 951º. MEC garante retomada de orçamento em dezembro Questionado pela Tribuna sobre a queda de posições de universidades brasileiras no ranking global, o Ministério da Educação (MEC) lembrou que o ministro Camilo Santana anunciou, na semana passada, a recomposição de R$ 400 milhões no orçamento das instituições e a regularização dos recursos para custeio no ano, com volta do limite anual de orçamento em dezembro.
“Com essa ação, o Governo federal retirou as instituições federais de ensino dos cortes orçamentários, como já havia acontecido em 2023 e 2024. Os investimentos em infraestrutura e apoio aos programas de pós-graduação também têm sido reforçados, visando ao desenvolvimento da ciência e da pesquisa no Brasil, além de elevar patamares que não eram alcançados desde 2017. Em 2024, foram R$ 5,1 bilhões de recursos para o fomento à pesquisa e à produção acadêmico-científica. As bolsas de estudo foram reajustadas em 40%, no início da gestão”, afirma o MEC.
Segundo o Ministério, o Brasil figura como o 10º país com o maior número de universidades classificadas, empatado com a Espanha, “evidenciando a qualidade do sistema universitário brasileiro em um cenário global competitivo”. Das 53 instituições brasileiras que integram a lista, 37 ou cerca de 70% são universidades federais.
EUA lidera ranking Harvard, nos Estados Unidos, é a melhor universidade do mundo segundo o ranking, pelo décimo quarto ano consecutivo, seguida por duas outras instituições privadas norte-americanas: Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) e a Universidade de Stanford. No top 10 Global, apenas as britânicas Cambridge e Oxford dividem espaço com os EUA. Vale lembrar que o presidente Donald Trump tentou impedir Harvard de receber estrangeiros recentemente, mas a decisão foi barrada pela Justiça. Mesmo assim, ele cortou investimentos em pesquisas da universidade.
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Petróleo pode te enriquecer: comece com R$250 Nesse cenário, a CWUR observa uma queda geral das universidades norte-americanas e uma subida expressiva das chinesas. “Em um momento em que as universidades chinesas estão colhendo os frutos de anos de generoso suporte financeiro de seu Governo, as instituições americanas estão lidando com cortes no financiamento federal e disputas sobre a liberdade acadêmica e a liberdade de expressão.”
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fEEEio Lab promove roda de conversa e exposição interativa no Museu do Estado de Pernambuco |
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04.06.2025
No próximo sábado, 7 de junho, o fEEEio Lab — Laboratório de Estudo e Experimentação da Estética do Feio — convida o público a conhecer de perto as práticas desenvolvidas ao longo de sua primeira edição. Das 10h às 17h, o espaço da Casa de Cursos do MEPE – Museu do Estado de Pernambuco estará aberto para visitação, em um ambiente de ateliê livre e coletivo, onde os visitantes poderão circular e interagir com as experimentações em exposição.
A partir das 14h30, o evento também promove uma roda de conversa onde os participantes e idealizadoras do projeto irão compartilhar relatos e discutir os caminhos trilhados durante o laboratório. Em seguida, uma visita guiada pelas técnicas têxteis exploradas ao longo dos encontros.
Realizado entre abril e junho deste ano, no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM) e no MEPE, o projeto promoveu encontros semanais que combinaram rodas de conversa, leitura de textos, análise de obras e práticas manuais voltadas à produção têxtil artesanal. A proposta partiu de uma provocação central: como criar de forma livre, rompendo com os paradigmas estéticos impostos pela sociedade? O laboratório propõe um exercício crítico sobre o que é considerado “bonito” ou “feio” em nossa cultura visual — e como essas construções influenciam nossas escolhas e criações cotidianas.
Com um grupo formado por 15 participantes — entre artesãos, estudantes, trabalhadores da indústria criativa e pesquisadores —, o fEEEio Lab adota uma metodologia de ateliê livre, baseada na troca de saberes e no fazer coletivo. Ao trazer o “feio” para o centro do debate, o projeto não apenas questiona padrões estéticos cristalizados, mas também propõe novos modos de criação e apreciação artística.
Entre os temas debatidos estão a evolução histórica dos conceitos de beleza e feiura, o “infamiliar” freudiano e o processo criativo fora dos paradigmas convencionais, entrelaçando conceitos e textos de autores como John Berger, Umberto Eco, Byung-Chul Han e Rosane Preciosa. Nas práticas manuais, os participantes exploraram as técnicas do crochê, bordado, ponto russo, tressê e barafunda.
Para o segundo semestre de 2025, o projeto também se desdobrará em um catálogo digital, reunindo fotos, textos e reflexões que atravessaram o laboratório – uma publicação que prolonga a experiência e amplia o alcance das discussões. O catálogo também estará disponível com acessibilidade comunicacional de audiodescrição.
A equipe pedagógica, responsável pela condução das oficinas, foi chefiada por Carolina Melo — designer, pesquisadora em moda e professora — e contou com o apoio de Duda Galvão, designer e docente na área de moda; Anantcha Lafaiete, designer e professora especializada em práticas têxteis; Hannah Sá, designer, artista visual e professora; e Leidiane Rodrigues, artesã. A produção executiva e design é realizada por Hannah Sá e Raquel Pontes Campello (designer, pesquisadora e produtora cultural) com monitoria de Heloísa Galvão (estudante de Design da UFPE).
Este projeto foi contemplado nos Editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco e tem o incentivo financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura do Estado via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura – Governo Federal. Conta com os apoios do MEPE, do MAMAM e é vinculado à Universidade Federal de Pernambuco como projeto de extensão do dDesign sob tutela da professora Oriana Duarte.
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