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UFBA PERDE 26 POSIÇÕES NO RANKING MUNDIAL DE UNIVERSIDADES; VEJA LISTA PDF Imprimir E-mail

04.06.2025

Um estudo divulgado pela Center for World University Rankings (CWUR), que avalia o desempenho das Universidades públicas do mundo apontou que a Universidade Federal da Bahia perdeu posições. No ranking a UFBA aparece na posição 1.024 entre as melhores universidades de todo o mundo, porém sofreu uma queda de 26 posições em relação ao ranking divulgado em 2024 pela mesma instituição. Na ocasião, a UFBA ocupava o lugar 998. Essa é a pior posição da UFBA no ranking do CWUR desde que começou a aparecer em 2012. O ano em que a universidade esteve melhor posicionada foi em 2019, quando esteve ne posição 926.

Neste ano, a UFBA também ficou como a 21ª melhor universidade do país. A liderança nacional foi da Universidade de São Paulo (USP), que no âmbito geral ficou no 118º lugar. O ranking analisou 21.462 instituições de todo o planeta e ranqueou duas mil, posicionando o Brasil como o 10º país com o maior número de universidades incluídas. Com 53 universidades listadas, o Brasil se posicionou à frente de países como Canadá (38), Austrália (39), Suíça (18), Portugal (13) e México (13), ficando logo abaixo da Coreia do Sul (56) e à frente da Turquia (52). Essa presença entre os 25 primeiros países, inclui potências como China (346), Estados Unidos (319) e Japão (107).

Universidades brasileiras melhor posicionadas no ranking global

Universidade de São Paulo (USP), 118ª;
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 331ª;
Universidade de Campinas (Unicamp), 369ª;
Universidade Estadual Paulista (Unesp), 454ª;
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), 476ª;
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), 497ª;
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), 617ª;
Fundação Oswaldo Cruz, 668ª;
Universidade Federal de Santa Catarina, 727ª;
Universidade Federal do Paraná, 783ª;
Universidade de Brasília (UnB), 833ª;
Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), 870ª;
Fundação Getulio Vargas (FGV), 880ª;
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), 887ª;
Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 951ª.
Foto: Foto: Dário Guimarães/Metropress

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Flávio Dino vai ministrar aula magna na UFPE e receber título de Doutor Honoris Causa da instituição PDF Imprimir E-mail

25.04.25

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e ex-governador do Maranhão, Flávio Dino, realizará uma aula magna na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) no próximo dia 5 de maio, data que marca o retorno do calendário acadêmico. O evento vai acontecer às 9h, na Concha Acústica Paulo Freire, no Campus Recife da UFPE, localizado na Cidade Universitária.

O tema da aula inaugural do semestre 2025.1 será “O impacto das novas tecnologias no mundo do trabalho”. Ex-aluno da UFPE, Dino também receberá o título de Doutor Honoris Causa da instituição. O título é concedido a personalidades com contribuições destacadas à universidade ou pela atuação em favor das ciências, letras, artes e cultura da região ou do país. O reitor e o vice-reitor da universidade, Alfredo Gomes e Moacyr Araújo, respectivamente, estarão presentes.

Com uma carreira extensa no Executivo, Legislativo e Judiciário, Flávio Dino é formado em Direito pela Universidade Federal do Maranhão, e obteve o título de mestre em Direito Público pela UFPE. O maranhense atuou como juiz federal por 12 anos, até ser eleito deputado federal em 2006 e, na sequência, governador do estado do Maranhão de 2015 a 2022, quando venceu o pleito eleitoral para o cargo de Senador da República.

Antes mesmo de assumir a vaga no Senado, Dino foi convidado pelo presidente Lula a ser ministro da Justiça e Segurança Pública. Após pouco mais de um ano no cargo, ele foi indicado pelo presidente da República para assumir uma cadeira no STF. A posse aconteceu em 22 de fevereiro do ano passado.

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Corrida quântica começa: Brasil aposta R$ 5 bilhões para disputar liderança na guerra tecnológica mundial. PDF Imprimir E-mail

21.04.25

Com a promessa de um futuro mais soberano e inovador, o Brasil se prepara para investir R$ 5 bilhões em computação quântica até 2034.

Esta medida visa impulsionar o desenvolvimento de uma das tecnologias mais promissoras do mundo e colocar o país na vanguarda da inovação tecnológica.

No coração desse ambicioso projeto, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) planeja transformar o Brasil em um hub global de pesquisa quântica.

O plano, que será oficialmente lançado entre maio e junho de 2025, busca não apenas acelerar a criação de infraestruturas de ponta, mas também fomentar a formação de profissionais altamente especializados, com foco na construção de um ecossistema robusto para pesquisa, sensoriamento e processamento quântico.

De acordo com o coordenador de fomento à inovação da pasta, Ulisses Martins Rosa, a computação quântica será um dos maiores pilares da transformação tecnológica no Brasil, capaz de gerar avanços significativos em áreas como inteligência artificial, criptografia e farmacologia.

A proposta que está sendo desenvolvida, envolve a combinação de esforços públicos e privados e terá um impacto significativo na economia brasileira nos próximos anos.

O Planejamento de Investimentos: R$ 5 Bilhões até 2034
Conforme divulgado em reportagem da Folha de S.Paulo, a previsão de investimento do governo é dividida em duas fases: entre 2025 e 2029, serão aplicados R$ 3 bilhões.

Desses, R$ 1,7 bilhão será direcionado para a construção de infraestrutura de alta performance, como centros de pesquisa e novos equipamentos tecnológicos.

Outros R$ 300 milhões serão destinados à formação de profissionais especializados, que se tornarão o alicerce desse setor inovador.

Já o desenvolvimento de tecnologias para sensoriamento e processamento quântico receberá R$ 500 milhões cada, para permitir avanços significativos na utilização prática dessa ciência.

Entre 2030 e 2034, o restante dos recursos, R$ 2 bilhões, será utilizado para consolidar ainda mais a infraestrutura e ampliar o impacto da computação quântica nas diversas áreas da sociedade.

Além disso, espera-se que essa quantia seja suficiente para criar um ambiente capaz de atrair empresas e startups que trabalhem diretamente com as tecnologias emergentes.

O Desafio da Computação Quântica
A computação quântica é uma das fronteiras mais promissoras da ciência mundial, mas também é um campo repleto de desafios técnicos.

Ao contrário dos computadores tradicionais, que processam informações usando bits, os computadores quânticos utilizam qubits, que têm a capacidade de representar múltiplos estados simultaneamente.

Isso lhes permite resolver problemas complexos de forma muito mais rápida e eficiente que os modelos tradicionais.

Entretanto, a manipulação de qubits é extremamente difícil.

Os qubits são extremamente instáveis e exigem condições especiais para operar, como temperaturas próximas ao zero absoluto, além de estarem isolados de luz e radiação para evitar interferências.

Esses requisitos tornam o desenvolvimento da computação quântica um verdadeiro desafio de engenharia e infraestrutura.

Em nível mundial, países como Estados Unidos, China e membros da União Europeia já estão investindo fortemente na área.

O Brasil, embora ainda com um cenário emergente, tem a chance de se posicionar como um centro importante de pesquisa e desenvolvimento, especialmente com a parceria do setor privado.

O Impacto da Computação Quântica em Diversos Setores
A computação quântica tem o potencial de revolucionar diversas áreas da ciência e da tecnologia.

Em inteligência artificial, por exemplo, pode-se esperar avanços significativos em aprendizado de máquina, o que permitiria o desenvolvimento de sistemas ainda mais precisos e autônomos.

Na área de criptografia, ela promete criar algoritmos impenetráveis, garantindo maior segurança para dados sensíveis.

Outro setor que se beneficiaria imensamente dessa tecnologia é o farmacêutico.

A computação quântica pode acelerar o desenvolvimento de novos medicamentos e terapias, já que permite a análise de moléculas com uma precisão muito maior do que é possível atualmente.

A indústria de logística também pode experimentar uma revolução, com a otimização de rotas e fluxos de transporte de forma que antes era impensável.

O Brasil e a Retenção de Talentos
O plano do governo não é apenas focado em investimentos em infraestrutura, mas também em atrair e reter talentos no Brasil.

Nos últimos anos, o país tem perdido diversos profissionais altamente qualificados para o exterior, especialmente na área de tecnologia.

Com a computação quântica ganhando destaque, o governo busca reverter essa fuga de cérebros, criando um ambiente propício para o desenvolvimento de pesquisas no Brasil.

Ulisses Martins Rosa, que lidera a iniciativa, afirmou que o governo brasileiro está determinado a criar um ecossistema de inovação capaz de atrair pesquisadores e cientistas que hoje optam por buscar oportunidades em países como os Estados Unidos e a Alemanha.

Além disso, o Brasil também planeja fomentar a formação de novos cientistas e engenheiros através de parcerias com universidades e centros de pesquisa.

A Infraestrutura Atual e as Expectativas para o Futuro
Atualmente, o Brasil conta com apenas dois computadores quânticos de uso educacional, localizados na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e no Senai-SP.

Embora esses dispositivos sejam essenciais para o aprendizado e desenvolvimento de novos profissionais, eles estão longe de serem suficientes para atender às demandas de um projeto de computação quântica de grande escala.

Para que o Brasil se posicione como um líder na área, será necessário muito mais que novos computadores.

A infraestrutura de pesquisa, os investimentos em centros de excelência e a formação de uma rede colaborativa de cientistas e engenheiros são fundamentais para o sucesso dessa empreitada.

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Flávio Dino participa de Aula Magna da UFPE e recebe título de Doutor Honoris Causa PDF Imprimir E-mail

25.04.25

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flavio Dino ministrara a Aula Magna na abertura do semestre 2025.1 da Universidade Federal de Pernambuco, dia 5 de maio, às 9h30, para os calouros no campus Recife.

A aula acontecera após a recepção dos novos alunos feitas pelo reitor Alfredo Gomes e o vice-reitor Moacyr Araújo da universidade na Concha Acústica Paulo Freire.

Além da Aula Magna, a ocasião será marcada por um momento solene: o ministro Flávio Dino receberá o título de Doutor Honoris Causa da UFPE.

A honraria reconhece personalidades que tenham se destacado por suas contribuições relevantes à Universidade, à ciência, às letras, às artes, à cultura ou à sociedade brasileira.

Trajetória Flavio Dino
Flávio Dino de Castro e Costa tem uma carreira pública que se estende por mais de 35 anos. Formado em Direito pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) em 1990, ele obteve seu mestrado em Direito Público pela UFPE entre 1999 e 2001.

Dino atuou como professor universitário na UFMA e na Universidade de Brasília (UnB), além de ter exercido importantes cargos no Judiciário e no Executivo.

O ministro foi juiz federal de 1994 a 2006, juiz auxiliar da Presidência do STF, secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça, e também exerceu funções políticas de destaque, como deputado federal (2007-2011), presidente da Embratur (2011-2014), governador do Maranhão por dois mandatos (2015-2022), senador eleito em 2023, e ministro da Justiça e Segurança Pública em 2023. Em fevereiro de 2024, tomou posse como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

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CAIXA Cultural Recife realiza palestra sobre Fotojornalismo, Arte e memória cultural nas fotos de Sebastião Salgado PDF Imprimir E-mail

04.06.2025

A CAIXA Cultural Recife promove, no dia 12 de junho (quinta-feira), às 19h30, a palestra “Fotojornalismo, arte e memória cultural nas imagens da exposição Gold – Mina de Ouro Serra Pelada”, de Sebastião Salgado.

A atividade, com inscrição gratuita, será ministrada pela pesquisadora de narrativas fotográficas, Daniela Bracchi. As inscrições para a palestra serão realizadas no site da CAIXA Cultural a partir do dia 06 de junho.

A palestra abordará como as fotos de Sebastião Salgado contam histórias que ajudam a construir a memória coletiva sobre Serra Pelada, o maior garimpo a céu aberto do mundo.

No encontro, os participantes poderão refletir sobre o poder da fotografia de ser, ao mesmo tempo, notícia e obra de arte, contando histórias de pessoas e lugares a partir de seu diálogo com outras imagens da cultura visual.

Por meio das imagens, criam-se pontes de sentido entre passado e presente, entre o olhar do fotógrafo e o olhar de quem observa as imagens.


As fotografias utilizadas na palestra como referência compõem a exposição que está em cartaz na Galeria 1 da CAIXA Cultural, até 29 de junho, com visitação gratuita.

A palestrante Daniela Bracchi é pesquisadora das narrativas fotográficas e professora na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A profissional atua como curadora e tem formação acadêmica em comunicação e semiótica, sendo especialista no estudo da criação de sentidos a partir da imagem.

Exposição Gold – Mina de Ouro Serra Pelada
Os registros, feitos na década de 1980 pelo premiado fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, mostram a realidade do que foi o maior garimpo a céu aberto do mundo, na região da Amazônia Paraense.

Em mais de cinquenta fotos, a exposição revela o cotidiano da mina de onde foram extraídas toneladas de ouro em mais de uma década de exploração.

Pelas lentes do fotógrafo mineiro o visitante percorre a realidade da jazida, os trabalhadores em atividade, as condições precárias, e a “febre do ouro” que reuniu cerca de 50 mil garimpeiros no auge do período de extração.

A exposição tem a curadoria e design de Lélia Wanick Salgado, responsável pela editoria e organização de todo o trabalho de Sebastião Salgado, co-fundadora da agência Amazonas Images e do Instituto Terra.

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