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George Darmiton: Graduação em Inteligência Artificial no CIn-UFPE, uma necessidade que agora é realidade PDF Imprimir E-mail

18.05.25

Inovações no campo da Inteligência Artificial (IA) continuam a moldar a forma como construímos a nossa sociedade. A IA é cada vez mais mencionada e discutida, tanto no ambiente profissional quanto em momentos de lazer. Em outras palavras, a IA permeia o nosso cotidiano, independentemente de estarmos cientes ou não de sua existência.

A Inteligência Artificial é um ramo da Ciência da Computação que tem o objetivo de construir máquinas capazes de realizar tarefas que tradicionalmente requerem inteligência humana, tais como raciocinar, aprender e agir. Como exemplos, temos acesso a diversas aplicações que habilitam os computadores a manipular imagens e vídeos, a ouvir comandos de voz e a respondê-los, a gerar, resumir e traduzir textos, a analisar e extrair informações de grandes quantidades de dados de maneira automática. Para que esta "mágica" ocorra, existem pessoas por trás dos bastidores escrevendo programas de computador.

Diante da franca expansão da área de IA, os atuais cursos de computação não comportam mais a diversidade de conhecimento necessária para termos especialistas nesta emergente área. Daí, urge a necessidade de um novo curso com uma maior carga horária focada nas tecnologias que envolvem os domínios de ferramentas e de métodos de IA.

Todas essas aplicações e tecnologias de visão computacional, de processamento de linguagem natural e de ciência de dados fazem parte da grade curricular do novo curso. Os egressos do curso terão conhecimento sobre os fundamentos da IA, como ela funciona, como usá-la e quais seus riscos. Além disso, formaremos profissionais capazes de desenvolver as mais diferentes ferramentas e tecnologias relacionadas à IA, e que conseguem não só entender como essas ferramentas funcionam, mas também como desenvolvê-las de maneira ética e segura.

IA é o curso de graduação caçula do Centro de Informática (CIn) da UFPE, que já conta com os cursos de Ciência da Computação, de Engenharia da Computação e de Sistemas de Informação. O dia a dia dos alunos será ainda mais rico com a integração entre os quatro cursos que têm a computação como base, além do convívio com alunos de mestrado, de doutorado e de especializações, e várias outras atividades proporcionadas pelo CIn-UFPE aos seus alunos.

Ciente de que as inovações em IA evoluem rapidamente, o bacharelado em IA possui nove semestres recheados com um conteúdo atual, avançado e flexível que permitirá a especialização dos alunos nas mais diversas áreas relacionadas à IA. O curso de graduação em Inteligência Artificial nasce olhando para o futuro, com o objetivo de formar profissionais capacitados não só para lidar com as tecnologias atuais, mas, principalmente, formar profissionais preparados para o alvorecer das mudanças que constantemente nos avizinham.

George Darmiton. Coordenador do Bacharelado em Inteligência Artificial. Membro da Academia Pernambucana de Ciências e Professor Titular do CIn-UFPE.

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UFPE inaugura placa em homenagem ao padre Antônio Henrique, braço direito de Dom Hélder e vítima da ditadura PDF Imprimir E-mail

2025-05-27

Na manhã desta quarta-feira (28), a Universidade Federal de Pernambuco inaugura um marco memorial em homenagem ao padre Antônio Henrique Pereira da Silva Neto, o popular “Padre Henrique”, braço direito de Dom Hélder Câmara e vítima da ditadura militar. A cerimônia acontece a partir das 9h30 e a homenagem será instalada na Praça da Liberdade, que fica em frente ao Restaurante Universitário do campus Recife da UFPE, na avenida dos Reitores.

A placa de cerâmica é fruto de parceria entre a instituição de ensino e o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco (IAHGP), como parte do projeto História nas Paredes, do IAHGP, que tem espalhado marcos similares por todo o Recife, resgatando a história de ruas e construções da cidade.

A homenagem ao Padre Henrique trará no texto o relato de que “no Cemitério da Várzea, Dom Hélder conclamou a multidão a promover um silêncio profundo. Anos depois, declarou: ‘era um silêncio que gritava’. Passados 56 anos, a memória do padre Henrique permanece viva, inspirando todos aqueles que lutam pela causa dos direitos humanos neste país”.

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O padre Antônio Henrique era auxiliar direto do então arcebispo de Olinda e Recife, Dom Hélder Câmara. Este foi um inimigo declarado do regime militar, denunciando internacionalmente as violências da ditadura brasileira.

Quem é?
Antônio Henrique nasceu no Recife e ingressou aos 16 anos no Seminário de Olinda, de onde seguiu para o Seminário da Várzea. Cursou teologia nos Estados Unidos e retornou ao Brasil em 1962, concluindo o curso de seminarista em Olinda e Camaragibe. Foi ordenado por Dom Hélder em 1965, coordenou a Pastoral da Juventude, sempre envolvendo a igreja em questões sociais. Também lecionou em três escolas e era querido pela comunidade católica do Recife.

Em abril de 1969, o líder estudantil Cândido Pinto de Melo sofreu um atentado a tiros enquanto estava num ponto de ônibus. O jovem ficou paralítico. Em resposta ao ataque, o Padre Henrique organizou um protesto com os estudantes.

Um mês depois, em 26 de maio, o clérigo foi sequestrado por um grupo do Comando de Caça aos Comunistas (CCC), milícia formada por militares e financiada por famílias da elite local. Na manhã do dia 27 o corpo do Padre Henrique foi encontrado com marcas de tortura e tiros na cabeça no terreno onde hoje fica o Colégio Militar do Recife, na Várzea. Seu velório arrastou uma multidão por oito quilômetros de caminhada, saindo da Igreja do Espinheiro até o Cemitério da Várzea.

Link da matéria: https://www.brasildefato.com.br/2025/05/27/ufpe-inaugura-placa-em-homenagem-ao-padre-antonio-henrique-braco-direito-de-dom-helder-e-vitima-da-ditadura/

 

 
Solenidade na Câmara Municipal celebra trajetória acadêmica do professor e médico-cirurgião Tércio Bacelar PDF Imprimir E-mail

2025-05-23

Por suas contribuições à sociedade pernambucana durante 52 anos de atuação na medicina e na docência, o professor titular da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e médico-cirurgião Tércio Bacelar recebeu homenagem, na tarde desta quinta-feira (22), na Câmara Municipal do Recife, em reconhecimento à sua notável trajetória. A solenidade, promovida por iniciativa do vereador Tadeu Calheiros, celebrou a trajetória acadêmica do ex-vice-diretor do Centro de Ciências Médicas da UFPE que se aposentou da instituição em março deste ano. “Um tributo a um mestre que formou gerações, com humanidade, ética e compromisso”, define o convite para o evento.

A Associação dos Docente da UFPE (Adufepe) prestigiou a cerimônia, representada pelo professor Audisio Costa. Para o diretor, o reconhecimento foi justo e necessário. “A homenagem ao professor Tércio Bacelar, feita ontem na Câmara de Vereadores de Recife, foi uma das mais justas, porque ele sempre foi um exemplo de um médico, de um professor, como deveria ser numa sociedade justa fraterna e solidária. De formação humanista, o professor Tércio destacava-se pela sua eficiência na universidade e fora dela. Tratando a todos sempre com muita atenção, ensinando com muita delicadeza e, mais que tudo, com grande respeito ao serviço público. Este exemplo deveria ser seguido por todos aqueles que fazem da saúde e das demais profissões uma etapa importante em sua vida. Por isso, eu sempre procuro ver nestas pessoas uma maneira de copiá-los pelo belo exemplo de vida que eles apresentam no cotidiano”, enalteceu Costa.

A UFPE tem sido presença marcante na história do professor Tércio Bacelar. Foi nela que ele se formou em medicina em 1973 e onde também completou a residência médica em cirurgia geral em 1974. Na mesma instituição, obteve o título de mestre e doutor em cirurgia, concluindo-os em 1981 e 1997, respectivamente. No Hospital das Clínicas da Universidade ele dedicou mais de 40 anos da sua carreira como professor, até sua aposentadoria. Em seu discurso de agradecimento, Tércio Bacelar expressou alegria com a homenagem e sua gratidão pelo reconhecimento da atividade médica pela Câmara de Vereadores.

A mesa de honra do evento foi presidida pelo vereador Zé Neto (PSB) e contou com a presença do vice-reitor da UFPE, professor Moacyr Araújo; do professor e diretor do Centro de Ciências Médicas da Faculdade de Medicina do Recife da UFPE, Luiz Alberto Reis Mattos Junior; do secretário-geral do Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco (CREMEPE), Miguel Arcanjo; do presidente da Academia Pernambucana de Medicina, Antonio Peregrino; e da representante da Secretaria de Saúde do Recife, Gisele Fonseca de Carvalho.

Link da matéria: https://www.adufepe.org.br/solenidade-na-camara-municipal-celebra-trajetoria-academica-do-professor-e-medico-cirurgiao-tercio-bacelar/

 

 
UFPE e IAHGP inauguram marco memorial em homenagem ao padre Henrique nesta quarta-feira PDF Imprimir E-mail

2025-05-27

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco (IAHGP) inauguram, nesta quarta-feira (28), às 9h30, o marco memorial em homenagem ao padre Antônio Henrique Pereira da Silva Neto. O religioso, auxiliar direto de Dom Hélder Câmara, foi sequestrado, torturado e assassinado por um grupo do Comando de Caça aos Comunistas e por agentes da Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) durante a Ditadura Militar, em maio de 1969.

O marco em homenagem ao padre Henrique ficará na Praça da Liberdade, localizada na Avenida dos Reitores, composto por um painel de azulejos que rememora a trajetória e o martírio do religioso.

“No dia de seu sepultamento, no Cemitério da Várzea, dom Hélder conclamou a multidão a promover um silêncio profundo. Anos depois, declarou: ‘era um silêncio que gritava’. Passados 56 anos, a memória do padre Henrique permanece viva, inspirando todos aqueles que lutam pela causa dos direitos humanos neste país”, diz o texto contido no painel.

Além da Universidade e do IAHGP, a homenagem conta com o apoio de instituições e órgãos como o Centro Dom Helder Câmara de Estudos e Ação Social (CENDHEC), da Secretaria de Direitos Humanos e Juventude, e a Comissão de Direitos Humanos Dom Helder Câmara.

Nesta quarta-feira (28), a solenidade, que integra o Projeto História nas Paredes, contará com a presença do reitor da UFPE, Alfredo Gomes, e do presidente do IAHGP, George Cabral, também professor do Departamento de História da universidade.

Assassinato

O padre Henrique foi sequestrado, torturado e assassinado por membros da Ditadura Militar em maio de 1969, com apenas 28 anos. Seu corpo foi encontrado no dia seguinte ao desaparecimento, nas imediações do atual Colégio Militar do Recife (CMR), dentro do campus universitário.

Link da matéria: https://www.cbnrecife.com/artigo/ufpe-e-iahgp-inauguram-marco-memorial-em-homenagem-ao-padre-henrique-nesta-quarta-feira

 

 
Futuro Digital: Governo Federal lança programa para formar 10 mil profissionais em tecnologia PDF Imprimir E-mail

2025-05-23

OGoverno Federal, por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), lançou o Programa Bolsa Futuro Digital, para formação de 10 mil jovens e adultos na área de tecnologia da informação nos próximos 24 meses. Os cursos são gratuitos e presenciais e as inscrições já estão abertas.

A iniciativa é voltada a pessoas sem conhecimento prévio em tecnologia, mas com interesse em iniciar uma carreira na área de desenvolvimento Front-end (parte visual de sites) ou Back-end (parte interna e lógica de um site). A formação de programadores iniciantes é voltada a estudantes da rede pública e começa com 5 mil vagas distribuídas em 12 estados e no Distrito Federal.

O Bolsa Futuro Digital não é apenas mais um programa de capacitação, é um passo estratégico para preparar nossos jovens para os empregos que farão a diferença nos próximos anos no setor que não para de crescer, e que vai definir os rumos do nosso desenvolvimento
Luciana Santos
Ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação
O programa é uma ação do Conecta e Capacita, política pública do MCTI voltada à formação tecnológica e será financiado com recursos dos Programas e Projetos Prioritários de Interesse Nacional (PPIs) da Lei de Informática, num total de R$ 54,5 milhões. O objetivo é formar profissionais prontos para ingressar no mercado de trabalho, com trilhas em Desenvolvimento Front-end e Desenvolvimento Back-end, certificação e até mesmo uma experiência de trabalho real, por meio de uma residência tecnológica em empresas parceiras.

ETAPAS — Nesta primeira etapa, serão ofertadas 5 mil vagas, em 12 estados e no Distrito Federal, com prioridade para estudantes da rede pública. Daqui a seis meses, mais 5 mil vagas serão disponibilizadas, ampliando o alcance da ação. Além da formação, os participantes contarão com apoio financeiro mensal durante o curso. Está previsto, ainda, uma nova etapa com outras 5 mil vagas abertas daqui a seis meses, ampliando o alcance do programa.

“O Bolsa Futuro Digital não é apenas mais um programa de capacitação, é um passo estratégico para preparar nossos jovens para os empregos que farão a diferença nos próximos anos no setor que não para de crescer, e que vai definir os rumos do nosso desenvolvimento”, afirmou a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, durante a cerimônia de lançamento do Bolsa Futuro Digital, em Brasília (DF).

PARTICIPAÇÃO FEMININA — Luciana Santos afirmou que 50% das vagas do programa serão destinadas a mulheres, como parte do compromisso do MCTI com a inclusão e a igualdade de gênero.“Precisamos oferecer esperança e perspectiva a essa juventude. Como primeira ministra mulher na história do MCTI, tenho o dever de promover políticas públicas de inclusão feminina”, reforçou a ministra.

QUEM PODE PARTICIPAR — Para se candidatar ao Bolsa Futuro Digital, é necessário:

Ter concluído o ensino médio (ou estar em vias de concluir, desde que complete 18 anos até o fim do curso);
Ter estudado em escola pública ou, em caso de escola privada, com bolsa integral;
Ter no mínimo 18 anos completos até a data de encerramento da formação;
Ter acesso à internet para a realização das atividades complementares.
Não é necessário conhecimento prévio em programação, o que torna o programa uma porta de entrada inclusiva para novos talentos da tecnologia.

COMO SERÁ O CURSO — O treinamento tem duração de 9 meses, divididos em duas fases. A primeira, de formação técnica, terá duração de seis meses, com aulas presenciais duas vezes por semana e três horas por sessão (totalizando 144 horas presenciais). Também contará com conteúdo complementar online de 56 horas, com apoio das entidades executoras. Os estudantes receberão uma bolsa de estudos nesta primeira fase de R$ 100 mensais nos 3 primeiros meses e de R$ 200 mensais nos três meses finais.

A segunda fase será de residência tecnológica, com duração de três meses. Os participantes com melhor desempenho poderão participar de uma residência em empresas parceiras, com acompanhamento técnico e bolsa de R$ 600 ao mês.

METODOLOGIAS — O curso adota metodologias modernas como Aprendizagem Baseada em Projetos (PBL) e Sala de Aula Invertida (Flipped Classroom), estimulando a prática e a resolução de problemas reais.

PROCESSO DE SELEÇÃO — O processo seletivo contará com teste de raciocínio lógico e o envio de vídeo demonstrando interesse e motivação para cursar a formação e/ou teste automático de Fit Cultural. A matrícula será feita mediante apresentação de documento com foto, conforme orientação da entidade executora local.

TRILHAS — Os candidatos podem escolher uma das duas trilhas de formação:

Desenvolvedor Front-end: foco em interfaces, design, interatividade e experiência do usuário, com conteúdos como HTML, CSS/SASS, JavaScript, React e noções de UX.

Desenvolvedor Back-end: voltado à lógica, servidores e bancos de dados, com aulas sobre JavaScript, Python ou Ruby, orientação a objetos, WebServices e modelagem de dados.

LOCAIS DO CURSO

O Bolsa Futuro Digital será implementado de forma presencial em 12 estados e no Distrito Federal. São eles:

Região Norte: Pará;
Região Nordeste: Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Bahia;
Região Centro-Oeste: Goiás e Distrito Federal;
Região Sudeste: Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo;
Região Sul: Santa Catarina, Rio Grande do Sul.
Cada local contará com pólos físicos de aula, que podem ser consultados nos portais das entidades executoras. A escolha do polo é feita no momento da inscrição.

FORMAÇÃO EM TECNOLOGIA — Segundo a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom), o Brasil forma 46 mil profissionais de tecnologia por ano, mas a demanda é de cerca de 70 mil. A remuneração no setor pode ser até três vezes maior que a média nacional. Esse cenário contrasta com os 21,2% de jovens entre 15 e 29 anos que não estudam nem trabalham — mais de 45% deles são mulheres pretas ou pardas.

PPIs DA LEI DE INFORMÁTICA — Os PPIs são instrumentos criados no âmbito da Lei de Informática (Lei nº 8.248/1991) para promover a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação (PD&I) no setor de tecnologias da informação e comunicação (TICs). Empresas beneficiadas por incentivos fiscais da Lei podem aplicar recursos em PPIs como forma de cumprir suas contrapartidas legais de investimento em PD&I.

Desde 2018, com a atualização da legislação, os PPIs passaram a permitir que as empresas cumpram integralmente essas obrigações, incluindo investimentos exigidos no Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e em convênios com universidades e institutos de pesquisa.

A gestão dos recursos é feita de acordo com regulamentos específicos do MCTI, e os projetos devem ser aprovados pelo Comitê da Área de Tecnologia da Informação (CATI). Hoje, os PPIs são uma das principais fontes de financiamento público para capacitação e inovação tecnológica no país.

EXECUÇÃO DO PROGRAMA — A execução do Programa Bolsa Futuro Digital será feita por três entidades, ICTs Executoras de projetos do PPI: o Centro de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (CEPEDI), a SOFTEX Pernambuco e o H.BR, sob coordenação da SOFTEX.

A iniciativa envolve uma rede de instituições federais e estaduais de ensino, como a Universidade do Estado do Pará (UEPA), Instituto Federal do Maranhão (IFMA), Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Instituto Federal de Sergipe (IFSE), Instituto Federal da Bahia (IFBA), IFBaiano, Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG), Instituto Federal de Goiás (IFG), Instituto Federal de Brasília (IFB), Universidade Federal Fluminense (UFF), Instituto Federal de São Paulo (IFSP), Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) e Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS).

O assessor especial do MCTI, Marcelino Granja, destacou o protagonismo das instituições de ensino e das entidades executoras na construção coletiva do programa. "Essa engrenagem só funciona porque temos uma rede comprometida em todo o país. É um esforço de muitos, espalhados por diferentes estados, mas com um objetivo comum: dar oportunidade e dignidade à juventude trabalhadora brasileira", afirmou.

A reitora do Instituto Federal de Brasília (IFB), Veruska Massukado, destacou a importância do programa como resultado de um esforço coletivo entre instituições públicas e privadas. “Esse projeto une dois elementos essenciais para a dignidade do povo brasileiro: formação profissional de qualidade e empregabilidade”, disse.

O objetivo do programa para os jovens, especialmente para aqueles que buscam uma inserção rápida e qualificada no mercado de tecnologia, foi destacado pelo presidente da SOFTEX, Ruben Delgado. “Mais do que formar programadores, essa iniciativa significa abrir portas para jovens de diferentes realidades, oferecendo uma capacitação acelerada e alinhada com as necessidades do mercado. É um passo fundamental para democratizar o acesso às tecnologias”, destacou.

Link da matéria: https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2025/05/futuro-digital-governo-federal-lanca-programa-para-formar-10-mil-profissionais-em-tecnologia-1

 

 
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