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Pesquisa premiada na Mostra de Iniciação Científica no Pantanal é selecionada para a SBPC Jovem 2025 |
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12.06.2025
A pesquisa “Uso de JSON em Jogos”, premiada na 11ª Mostra de Iniciação Científica no Pantanal da Unemat/Cáceres, acaba de ser selecionada para a Feira de Ciências da 32ª SBPC Jovem, que será realizada de 7 a 13 de julho de 2025, durante a 77ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Recife.
A Mostra de Iniciação Científica no Pantanal é uma ação de estímulo à ciência na educação básica promovida pelo Centro de Educação e Investigação em Ciências e Matemática (CEICIM) da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). A seleção da pesquisa nesse evento regional foi o primeiro passo para seu reconhecimento em nível nacional.
O trabalho foi desenvolvido pelos estudantes Guilherme Nolibos Baccin, egresso da turma de 2024 do curso Técnico em Informática, e Luiza de Jesus Medeiros, aluna do 3º ano do mesmo curso e bolsista de Iniciação Científica Júnior (ICJ/CNPq), sob orientação do professor Eliel Regis de Lima, e desenvolvida no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – IFMT Câmpus Prof. Olegário Baldo.
A proposta investiga a utilização do formato JSON (JavaScript Object Notation) como estrutura de dados para jogos digitais, destacando sua leveza, organização e ampla compatibilidade com linguagens de programação.
Para o professor Eliel, a conquista é um marco na trajetória dos alunos:
“É uma honra ver o projeto avançar para um evento de alcance nacional. Esse resultado mostra o quanto é importante fomentar a iniciação científica desde o ensino técnico, incentivando jovens talentos a explorar o potencial da tecnologia com criatividade e propósito.”
A participação na SBPC Jovem, um dos mais importantes eventos de divulgação científica do país, representa uma oportunidade única de troca de experiências entre estudantes, professores e pesquisadores de todas as regiões do Brasil.
O professor Dr. Marcos Francisco Borges, coordenador da Mostra, destaca a relevância dessa trajetória:
“A iniciação científica é uma das estratégias mais eficazes para despertar o interesse pela pesquisa e formar jovens capazes de pensar criticamente, inovar e propor soluções para os desafios da sociedade. Projetos como esse mostram o valor da ciência feita desde cedo, com orientação, curiosidade e dedicação.”
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Museu de Ciências Nucleares da UFPE celebra 15 anos |
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2025-05-23
O Museu de Ciências Nucleares da UFPE celebrou o aniversário de 15 anos na terça-feira (dia 20), com uma programação que incluiu palestra do professor Antônio Carlos Pavão sobre a importância dos museus científicos e homenagem à professora Helen Khoury. Idealizadora, fundadora e coordenadora do espaço educativo, a professora faleceu em fevereiro de 2025. O evento ocorreu no auditório do Departamento de Energia Nuclear (DEN) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O museu é aberto à visitação externa, especialmente de alunos de escolas públicas e privadas, por meio de agendamento.
Na ocasião também foi feito o descerramento da placa comemorativa, assim como foram antecipadas informações sobre o lançamento do Edital Helen Khoury de Difusão e Popularização da Ciência, pela Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe), e sobre os preparativos para a inauguração do Museu de Ciências Exatas da UFPE.
Ainda como parte da solenidade, formou-se uma mesa com as presenças do reitor da UFPE, Alfredo Gomes; do vice-reitor da UFPE, Moacyr Araújo; da secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco, Mauricélia Montenegro; da presidente da Facepe, Fernanda Pimentel; da diretora do Centro de Tecnologia e Geociências (CTG) da UFPE, Yêda Almeida; do diretor do Centro Regional de Ciências Nucleares do Nordeste (CRCN-NE), Carlos Alberto Brayner; e da atual coordenadora do Museu de Ciências Nucleares da UFPE, Viviane Khoury Asfora.
Professora do DEN-UFPE, foi Viviane quem deu início às falas de abertura do evento, que de uma forma geral mesclaram o reconhecimento ao legado da professora Helen Khoury com expressões do desejo de que ela estivesse presente na efeméride do museu.
Durante a solenidade, a professora Viviane, filha da fundadora Helen Khoury, emocionou os presentes ao lembrar o legado deixado pela mãe. Representando a família ao lado do professor Marcos Asfora, ela destacou a trajetória de Helen à frente do museu e do Grupo de Dosimetria e Instrumentação Nuclear, do qual participou por mais de duas décadas.
“Em 15 anos do Museu e em mais de 20 anos do Grupo, Helen sempre esteve à frente das ações, eventos e comemorações”, afirmou. Segundo ela, o Museu de Ciências Nucleares foi idealizado por Helen com o propósito de aproximar a sociedade do conhecimento científico na área nuclear de maneira acessível, educativa e instigante.
Viviane enfatizou que esta foi a primeira celebração do museu sem a presença de sua mentora e agradeceu à equipe organizadora, funcionários, alunos da graduação e da pós-graduação. “Por trás desse dia de hoje houve muitas mãos. Que este museu continue sendo um espaço vivo, de inspiração e de transformação, de acesso ao conhecimento, como ela sempre sonhou”, declarou.
“Sou da casa, apesar de estar há uns anos no CRCN-NE, e acompanhei toda a história do Museu, desde o princípio. A luta de Helen, a vibração quando ela me chamava para apresentar conquistas para concretizar esse museu que, depois de algum tempo, se tornou uma referência nacional. Como vim representando o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da CRCN, Wilson Caldas, queria falar da consideração incrível que eles têm com o Museu. Todas as vezes em que alguém de fora, da Agência Internacional de Energia Atômica, vem visitar o CRCM, ele pede para incluir uma passagem no Museu. É indispensável essa visita e todos saem maravilhados. Fazemos isso com prazer e com muito orgulho”, continuou o professor Carlos Alberto Brayner.
“Não temos a presença física dela hoje, mas todo o legado que foi deixado mostra que ela permanece viva entre nós e o Museu é um exemplo disso. Acho que um museu é uma das melhores formas que temos de nos conectar com a sociedade porque mostramos o passado, o presente e o futuro. Receber 50 mil visitantes no ano não é para qualquer museu. Isso foi feito com muito carinho e muito cuidado”, pontuou a professora Yêda Almeida.
“Eu era impressionada com Helen. Além de ser cientista maravilhosa, ela tinha startup, coordenava o Museu, tinha um laboratório acreditado pela [ISO/IEC] 17025… Eu não sei como ela conseguia tudo isso e com qualidade, exemplo para muitos outros. Quando entrou na Facepe como diretora científica, ela aumentou o número de bolsas no edital de museus, também passou a ter um acompanhamento desse edital de uma forma bem diferenciada. Lançaremos o Edital Helen Khoury de Difusão e Popularização da Ciência, no valor total de RS 1,2 milhão. Um edital que ela já tinha em mente, de divulgação e difusão científica, e que tentamos fazer como ela pensava que deveria ser”, adiantou a professora Fernanda Pimentel.
A secretária estadual Mauricélia Montenegro destacou: “Conheci a professora Helen no último ano dela, mas aprendi muito. Tive a honra de conviver com ela sendo a diretora científica da Facepe, mais uma vez fazendo história, e admirava o cuidado que ela tinha com a divulgação científica. Ao lançar o Edital, queremos contribuir com esse legado, queremos agradecer por tudo isso que ela nos deixou”.
“Acho que o que estamos fazendo aqui é muito importante porque precisamos, mais do que nunca, divulgar a ciência para toda a sociedade. Vivemos em uma época um tanto obscura com o planeta do jeito que está e atrair as pessoas é fundamental para que se plante aquela sementinha no coração de cada uma. Não existe saída fora da ciência”, prosseguiu o vice-reitor Moacyr Araújo.
O reitor Alfredo Gomes encerrou a mesa oficial: “Este é um momento bastante importante, não só para render homenagem a Helen, mas também fazer um esforço mais amplo de honrar o legado que ela deixa para nós. O Museu de Energia Nuclear é o mais visitado da UFPE. Helen era uma pessoa extremamente comprometida, envolvida com a dimensão de organização da universidade, tinha interesse pelo que se passava nas nossas pró-reitorias e na fundação, além de ser liderança acadêmica. Essa história não finda aqui, temos o dever de continuar honrando esse legado e fazer com que ele cresça mais, entregar às gerações futuras um Museu de Ciências Nucleares fortalecido”.
Além de ser lembrada durante o evento pelos integrantes da mesa solene, a professora Helen Khoury foi homenageada em uma ação com a professora Carmen Cecília Bueno, pesquisadora do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), ligado à Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). O trabalho da docente também foi destacado pelo professor do Departamento de Química Fundamental da UFPE Antônio Carlos Pavão, que ministrou a palestra “A importância do Museu de Ciências Nucleares na museologia científica”.
“Há seis meses, trouxe meus alunos aqui e Helen estava atendendo aos visitantes. Era o visitante tendo contato direto com a pesquisadora. E mais, entre os experimentos que são apresentados no Museu, muita coisa é produzida aqui dentro [da UFPE]. Estamos trabalhando na montagem do Museu de Ciências Exatas, aqui no Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN), também com esse conceito, de trazer o visitante para o laboratório”, antecipou o professor Antônio Carlos Pavão.
VISITAÇÃO – O Museu de Ciências Nucleares da UFPE tem um acervo dedicado à difusão do conhecimento sobre as aplicações da Energia Nuclear na Medicina, Indústria, Agricultura e geração de eletricidade. O espaço funciona de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 12h e das 13h às 16h. As visitas mediadas para grupos com mais de cinco pessoas podem ser agendadas com antecedência por meio deste formulário, pelo professor ou outro responsável pelo grupo (para visitas individuais ou de grupo com até 5 pessoas não é necessário agendamento prévio). O espaço foi tema do segundo episódio da série Acervo.UFPE.
Mais informações Museu de Ciências Nucleares da UFPE No Instagram @museudecienciasnucleares (81) 2126-8708 / Ramal 25
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Link da matéria: https://interd.net.br/museu-de-ciencias-nucleares-da-ufpe-celebra-15-anos/23/05/2025/
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Lula pato manco, a coalizão presidencial e a disputa presidencial em 2026 |
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08.06.2025
Marcus André Melo
Professor da Universidade Federal de Pernambuco e ex-professor visitante do MIT e da Universidade Yale (EUA)
Rigorosamente falando há pouquíssimos elementos que moldam a atual conjuntura que já não estivessem presentes antes mesmo da investidura formal do atual governo. Trata-se de um governo hiperminoritário, no qual o partido do presidente detém 13% das cadeiras e cujo núcleo duro congressual não chega a ¼ delas. Os problemas fiscais foram gestados antes mesmo da própria investidura presidencial com a aprovação de expansão do gasto de $150 bilhões. Essa insólita e anômala inversão —expandir gasto no início do mandato é padrão universal— já sugeria um governo vulnerável. No derradeiro ano de governo obtém-se assim uma combinação de vulnerabilidades fiscais e políticas.
O traço principal da disputa presidencial que se inicia é o fato de que o Lula é percebido como pato manco. O termo está associado a regras institucionais que vedam a postulação à reeleição de um incumbente. Tecnicamente Lula não é pato manco já que pode concorrer à reeleição. Mas muitos atores relevantes enxergam possibilidades efetivas de que não seja reeleito, quaisquer que sejam as razões para isso. O mais importante aqui são seus efeitos sobre os incentivos. Esses efeitos são semelhantes para o pato manco clássico e o "pato manco de facto".
Um homem de cabelo grisalho e barba, vestido com um terno escuro e gravata, está em pé atrás de um púlpito de vidro. Ele parece estar fazendo um discurso. Ao fundo, há bandeiras do Brasil, da França e da União Europeia. Uma placa na frente dele diz "Paris" e contém a data "Quinta-feira, 5 de junho de 2025". A cena é em um ambiente formal, com pessoas visíveis na plateia, mas seus rostos não estão claramente visíveis.
O presidente Lula discursa em Paris - Ludovic Marin - 5.jun.25/Reuters
Em uma situação em que o presidente é minoritário e, portanto, tem que contar com uma coalizão de partidos, o poder gravitacional do presidente reduz-se significativamente na medida em que suas chances de vitória são declinantes ou nulas. Por isso, o que importa efetivamente é a tendência de popularidade e avaliação de governo. Além de obviamente da arquitetura da escolha: quem são os adversários que em última instância irão para o segundo turno. Parlamentares possuem informação privilegiada sobre a questão.
No caso de Lula 3, a fragmentação da frouxa e inédita coalizão de 18 partidos (eram 8 e 9, sob Lula 1 e 2) vem desde a investidura. Mas se intensificou. Os partidos aguardam estrategicamente até o ponto em que a defecção é inevitável, para depois desembarcar do governo. O custo do apoio aumenta. Para garantir alguma governabilidade ainda em 2025 e no ano eleitoral o governo poderá compartilhar mais o governo, o que terá como consequência a diluição de sua identidade. Seria uma derrota auto-inflingida.
Para além do cafezinho frio da crônica política há sinais mais tangíveis e relevantes de desembarque da base. O mais saliente deles no atual contexto é a inédita recusa de pasta ministerial por parte de um líder partidário. Mas o fato de que na posse do presidente do PSB nesta semana apenas 4 dos 15 parlamentares do partido da base postaram fotos com o presidente nas suas redes não passa despercebido.
O mais curioso do ponto de vista comparativo é o fato inusitado de que rivais potenciais são da própria coalizão, cujos partidos ocupam ministérios. O governo nunca foi efetivamente de coalizão no sentido forte da expressão. Não há acordos programáticos, como por exemplo na Alemanha, mas sobre a distribuição dos spoils of office, como mostrei aqui. Funciona como uma estrutura de travas mútuas cruzadas. Como a literatura sobre patos mancos e governos minoritários sugere, o resultado só não é calamitoso se os custos da inação política (gridlock) forem menores do que os riscos de medidas por parte do Executivo.
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CETENE reforça combate ao assédio em ação conjunta com UFPE, UFRPE e IFPE |
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2025-05-23
omprometido com a construção de ambientes institucionais mais éticos, seguros e acolhedores, o Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (CETENE) integrou uma força-tarefa junto à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) para o enfrentamento ao assédio e à discriminação no serviço público e nas instituições de ensino, pesquisa e inovação.
A mobilização ocorreu de 19 a 23 de maio, dentro da Semana de Prevenção e Enfrentamento aos Assédios e à Discriminação, reunindo servidores, gestores, estudantes e especialistas em uma série de atividades formativas e rodas de diálogo. A abertura oficial aconteceu no auditório da Reitoria da UFPE, com a presença de representantes das quatro instituições.
Para o diretor do CETENE, Marcelo Carneiro Leão, o compromisso é permanente: “A luta contra o assédio e a discriminação não é apenas uma política institucional no CETENE – é um compromisso ético de todos nós. Seguiremos as diretrizes do MCTI para garantir que nossa casa seja um espaço de acolhimento, onde a diversidade e o respeito andem lado a lado com a excelência científica”, afirmou.
Ações estruturantes e alinhamento nacional A programação seguiu as diretrizes do Plano de Enfrentamento ao Assédio e à Discriminação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), baseado em três eixos principais:
Formação: capacitação continuada de gestores e servidores para prevenção de práticas abusivas, integrada ao Plano de Desenvolvimento de Pessoas (PDP).
Sensibilização: campanhas, oficinas, rodas de conversa, materiais educativos e ações culturais para promover uma cultura organizacional de respeito e empatia.
Promoção da Saúde: fortalecimento de protocolos de acolhimento, saúde mental e atendimento humanizado, com parcerias institucionais para apoio psicológico e jurídico.
Encerramento no CETENE O encerramento da Semana foi realizado no auditório do CETENE, com palestras e roda de conversa. Na abertura, Fernando Roriz, Chefe da Assessoria Especial de Controle Interno do Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), ministrou a palestra “Assédio Moral: do conhecimento à ação! Informação que fortalece!”, destacando os caminhos institucionais, normativos e legais para enfrentar o assédio na administração pública.
Na sequência, a roda de conversa “Que assédio é esse?” contou com a participação de Flávia Lopes, Gestora do Departamento de Educação Corporativa e Destreza Digital do Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO). Ela apresentou a palestra “Discriminação: conhecer para identificar, identificar para combater”, trazendo reflexões sobre as diversas expressões da violência institucional e seus impactos na saúde e no ambiente de trabalho.
Entregas concretas e próximos passos Como resultado prático da campanha, o CETENE lança, em breve, uma cartilha digital com orientações claras sobre como identificar, prevenir e denunciar situações de assédio e discriminação. O material será disponibilizado no site institucional e integra a estratégia permanente de fortalecimento dos canais de acolhimento, escuta e denúncia.
Além disso, estão em andamento:
A consolidação de uma comissão interna de enfrentamento ao assédio;
O fortalecimento da Ouvidoria como canal seguro de denúncia e acolhimento;
A implementação de fluxos de atendimento humanizado para casos de violência institucional;
Novas oficinas formativas e ações de escuta ativa ao longo de 2025.
A articulação conjunta reafirma o compromisso do CETENE e das instituições parceiras com uma ciência pública plural, democrática, segura e livre de qualquer forma de violência — em alinhamento com o MCTI, a Controladoria-Geral da União (CGU) e a Comissão de Ética Pública da Presidência da República.
Link da matéria: https://www.gov.br/cetene/pt-br/assuntos/noticias/cetene-reforca-combate-ao-assedio-em-acao-conjunta-com-ufpe-ufrpe-e-ifpe
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