Universidade Federal de Pernambuco - Agência de Notícias - Clipping
Sobram vagas no HC para cirurgias de reconstrução das mamas PDF Imprimir E-mail

16/10/2017

 

O Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC-UFPE) realizou um mutirão para  reconstituir as mamas de mulheres que foram mutiladas por causa de um câncer. Por incrível que pareça, sobram vagas na unidade para esse tipo de cirurgia reparadora, que é um direito da mulher.

Para você ter uma ideia, o hospital tem capacidade para fazer cinco cirurgias por mês, mas atualmente faz apenas uma, porque muitas mulheres desistem de reconstruir a mama perdida. No entanto, aquelas que já fizeram a cirurgia garantem que a vida mudou depois do procedimento, com o resgate da autoestima. Confira o vídeo no link da matéria:

 

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Cine Teatro de Camaragibe reabre com atividades artísticas PDF Imprimir E-mail

17/10/2017

 

Após período de portas fechadas, o Cine Teatro Bianor Mendonça Monteiro, situado na Vila da Fábrica, em Camaragibe, voltará a receber espetáculos de dança, teatro, circo e performance. De 17 a 22 de outubro, acontece o primeiro Encontro das Artes Cênicas, que conta ainda com diversas palestras e debates e atividades formativas.

Nesta terça-feira (17), acom Rose Mary Martins, da UFPE, que fala a respeito de empreendedorismo nas artes cênicas. Na quarta-feira (18), Érico José discorre sobre direção e atuação. Todas as atividades são gratuitas.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

DIA 19 DE OUTUBRO (QUINTA-FEIRA) das 14hs às 17hs
Pedro Vilela (Recife/PE)

Tema: TREMA Festival: O que se desenvolve? Experiências e
produções de pensamentos
Rose Mary Martins (UFPE)

Tema: Empreendedorismo e Produção nas Artes Cênicas
Cleison Ramos (Recife/PE)

Tema: A importância da luz na cena
Apresentação artística: Ópera Bufo

DIA 20 DE OUTUBRO (SEXTA-FEIRA) das 14hs às 17hs
Geraldo Cosmo – Grupo Teatral Risadinha (Camaragibe/PE)

Tema: Duas décadas de resistência do Grupo Teatral Risadinha.
Rita Marize (Recife/PE)

Tema: Palco Giratório
Fábio André – Galpão das Artes (Limoeiro/PE)

Tema: Militância e resistência cênica no cenário pernambucano.
Apresentação artística: Espetáculo Ana de Ferro

DIA 21 DE OUTUBRO (SÁBADO) das 14hs às 17hs

Érico José (UFBA)
Tema: Artes do Espetáculo entre vida, pesquisa e
empreendedorismo.

Elis Galvão
Tema: Acreditar numa cidade onde o fracasso é a única
esperança – a experiência da Liga
Produções, Pontos de Cultura e Projetos Culturais em
Camaragibe

Paulo Michelotto
Tema: Desconstrução nas Artes Cênicas
Apresentação artística: Zoé - Coletivo Carne

DIA 22 DE OUTUBRO (DOMINGO) das 14h às 21h
Apresentações artísticas

WORKSHOPS

Erico José (Tema: Direção e Atuação)
18/10 - Quarta 8h às 12h / 14h às 17h
19/10 - Quinta 8h às 12h
20/10 - Sexta 8h às 12h
21/10 - Sábado 8h às 12h

Rose Mary Martins (Tema: Empreendedorismo e Produção nas
Artes Cênicas)
17/10 - Terça 14h às 17h
18/10 - Quarta 14h ás 17h
20/10 - Sexta 8h às 12h
21/10 - Sábado 8h às 12h

 

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UFMA aprova bônus nas notas do Enem de alunos maranhenses PDF Imprimir E-mail

10/10/2017

A Universidade Federal do Maranhão (UFMA), por meio do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe), aprovou ontem, dia 09, por unanimidade, a política educacional afirmativa que dispõe sobre o ingresso qualificado de estudantes de escolas públicas e privadas do Maranhão à Universidade.

Com isso, esses estudantes terão o acréscimo de 20% nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2018. O acréscimo valerá para todos os alunos que tenham cursado o 9º ano do ensino fundamental e o 1º, 2º e 3º anos do ensino médio em escolas públicas ou privadas do Maranhão, e que escolham algum curso de graduação da UFMA, em quaisquer dos campi.

A medida visa diminuir a exclusão de estudantes maranhenses do processo de Seleção Unificada (SISU), além da evasão de candidatos aprovados naturais de outros estados do país que, após os primeiros períodos de graduação na UFMA, acabam abandonando a vaga.

Bônus em outras universidades

A iniciativa aprovada pela UFMA não é inédita. Outras universidades federais já adotaram bônus para moradores do estado ou da respectiva região. A Universidade Federal do Pará (UFPA) foi a primeira a aderir, para todos da região Norte.

Na UFPA acontece da seguinte forma: o sistema do SiSU, durante o período de inscrições, disponibiliza a funcionalidade que possibilita o acesso ao bônus de 10% aos candidatos às vagas da Univeridade que cursaram todo o ensino médio nos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, caso seja de sua vontade utilizar deste benefício.

Na Universidade Federal do Pampa (Unipampa), no Rio Grande do Sul, foi estentida a abrangência das cotas regionais para 44 municípios. Com isso, quem cursou o ensino médio no sudoeste e no sudeste do estado pode receber 20% de bônus na nota no Enem, sem o direito de acumular a outras cotas.

Geralmente, os bônus destinam-se a vagas de ampla concorrência. Na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), há 40 vagas para estes candidatos. Aqueles que se inscreverem para uma delas após terem concluído o ensino médio em escolas públicas ou privadas de microrregiões próximas à instituição poderão atribuir 20% de bônus na média do Enem.

As Universidades Federais do Amazonas (UFAM), Pernambuco (UFPE) e Alagoas (UFAL), utilizam a bonificação para os estudantes que pretendem ingressar no curso de Medicina, podendo o bônus variar entre 5% e 20%.

Diminuir evasão e estimular o ingresso

Segundo o Ministério da Educação (MEC), as universidades têm autonomia para oferecer o benefício. As instituições de ensino afirmam que existe uma grande quantidade de candidatos de outras regiões que acabam por abandonar o curso no decorrer do mesmo, por estarem residindo muito distante dos locais de aula, fazendo com que estas vagas acabem ficando ociosas.

Com o bônus, as Universidades têm a expectativa de estimular o ingresso da população de determinada região ao ensino superior e evitar desistências.

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Traição e massacre na ditadura PDF Imprimir E-mail

16/10/2017

 

Mararam seis numa ação única. O anúncio do tiroteio veio com estardalhaço. A mídia nacional escancarou a morte de seis terroristas num sítio próximo ao Recife. Ali estaria acontecendo um congresso da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), organização esquerdista, responsável por sequestros de embaixadores no Brasil. Àquela altura, janeiro de 1973, ainda segundo a notícia, a VPR já estava desarticulada pelas forças da ordem. Os nomes desfilaram junto com as imagens dos corpos: duas estrangeiras – a tcheca Pauline Reichstul e a paraguaia Soledad Barret Viedma – e quatros brasileiros, Eudaldo Gomes da Silva, Jarbas Pereira Marques, Evaldo Luiz Ferreira de Souza, José Manuel da Silva.

Havia ainda a lacônica informação de que “dois terroristas conseguiram fugir”.

A mídia espalhava a notícia de acordo com o comunicado recebido dos órgãos de segurança. Aliás, a única fonte de informação de fatos ligados à segurança nacional, naquele tempo de rigorosa censura. Era esse o ritual informativo. A censura só permitia publicar a versão oficial. Fora disso, sabia-se pouco, ouvindo emissoras de rádio do exterior (BBC de Londres, Voz da América, Rádio Moscou, Rádio França Internacional), muitas vezes, graças aos boletins de notícias e análises distribuídos pela Frente Brasileira de Informação, fundada em 1969 por exilados brasileiros na Argélia, à frente Miguel Arraes.

Só nos anos de 1980, com o processo de abertura política lenta, segura e gradual, no jargão oficial, é que outras versões daquele mesmo episódio sangrento começaram a ser difundidas com base em testemunho de parentes, amigos e companheiros, estimulados a revelar o que sabiam em face do clima de liberdades democráticas. Assim, o episódio narrado no início deste artigo foi sendo esclarecido aos poucos. Já agora, em 2017, pode-se conhecer, finalmente, de forma ordenada, documentada e sistemática, todos os passos da morte daquelas seis pessoas.

Não houve tiroteio, foi um massacre.

É isso que revela o livro O massacre da Granja São Bento: a história de como um traidor e um torturador de aliaram em um dos crimes mais brutais da ditadura militar no Brasil, narrado pelo jovem Luiz Felipe Campos, jornalista, que cursa o mestrado do Programa de Pós-graduação em Antropologia da UFPE. O livro foi publicado em agosto pela Companhia Editora de Pernambuco – CEPE.

Quem é o traidor?

O traidor é José Anselmo dos Santos, um soldado da Marinha que se notabilizou como cabo Anselmo, presidente da Associação dos Marinheiros e Fuzileiros Navais do Brasil (AMFNB) que liderou movimento de rebeldia de cabos e soldados das forças armadas, um dos pretextos visíveis para a deflagração do movimento golpista de 1964 que depôs o presidente João Goulart. Entre as pessoas então assassinadas estava a própria companheira de Anselmo, Soledad Barret. Solidad provinha de família de militantes políticos afeitos à luta clandestina contra a ditadura do general Alfredo Strossner. Eles se conheceram em Cuba, quando frequentaram curso de guerrilha, no tempo da ilusão revolucionária de Che Guevara de criar na América Latina situações como a do Vietnam.

E o torturador?

Era uma figura emblemática da repressão, o delegado paulista Sérgio Fleury, convocado para cumprir missões sujas, à margem da lei, destinadas a combater as organizações de esquerda que optaram pela luta armada. Ou mesmo cidadãos que contestavam o regime militar.

A seguir, como agiram o traidor e o torturador?

 

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Símbolo do direito Trans, Maria Clara Araújo será apresentadora do Coquetel Molotov PDF Imprimir E-mail

16/10/2017

 

A trans Maria Clara Araújo será a apresentadora oficial da festa "No Ar Coquetel Molotov", que acontece no próximo sábado (21), a partir das 13h, no Caxangá Country Golf Club. Graduanda em pedagogia pela UFPE, ela ficou conhecida internacionalmente após a publicação de seu “Manifesto Pela Igualdade: Sobre Ser Travesti e Ter Sido Aprovada Em Uma Universidade Federal". Clara comemora o convite. “Acredito que a minha participação, no Coquetel Molotov vem para quebrar diversos tabus e mostrar que travestis e mulheres trans também podem estar a frente de atividades que historicamente não estiveram envolvidas antes", diz.

 

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