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Confira a lista dos homenageados na premiação Orgulho de Pernambuco PDF Imprimir E-mail

27/11/18

Na noite desta terça-feira (27), o jornal Diario de Pernambuco homenageou 24 personalidades, empresários e gestores durante a premiação Orgulho de Pernambuco. O evento, realizado no Gabinete Português de Literatura, foi comandado pelo presidente da empresa Alexandre Rands.

"A homenagem é muito importante para nosso estado porque dá o reconhecimento e valoriza pessoas que tem sido destaque nos últimos anos em diversas áreas de atuação. O Diario de Pernambuco está muito satisfeito em ser o patrocinador desta festa", exaltou Rands.

Os homenageados foram eleitos, depois da pré-seleção, conseguiram se destacar na pesquisaf feita com os leitores, que teve mais de 15 mil participantes. O goleiro Alessandro Beti Rosa, mais conhecido como Magrão, abriu as portas da premiação. Confira a lista de todos os premiados:

1 - Categoria: Esportes
Premiado: Alessandro Beti Rosa (Magrão/Sport Clube do Recife)

2 - Categoria: Agropecuária
Premiado: Marcondes Antonio Tavares de Farias (Frango Mauricéa)

3 - Categoria: Arquitetura
Premiado: Wandenkolk Walter Tinoco (UFPE)

4 - Categoria: Artes Plásticas e Design
Premiado: Joana Lira (artista plástica e designer)

5 - Categoria: Cidadania
Premiado: Sebastião de Araújo Barreto Campelo (Movimento Pró-Criança)

6 - Categoria: Cinema
Premiado: Renato Góes (ator)

7 - Categoria: Concessionárias
Premiado: Solon Galvão (JBS Veículos)

8 - Categoria: Construção Civil
Premiado: Gabriel Bacelar (construtora Gabriel Bacelar)

9 - Categoria: Contabilidade
Premiado: Umbelina Lagioia

10 - Categoria: Direitos Humanos
Premiado: Manoel Jerônimo (defensor público)

11 - Categoria: DP Empresas
Premiado: Chaps Melo (Mundo Bita)

12 - Categoria: Educação Ensino Regular
Premiado: Mozart Neves Ramos (Instituto Ayrton Senna)

13 - Categoria: Educação Ensino Superior
Premiado: Walter Moraes (UFPE)

14 - Categoria: Gastronomia
Premiado: André Saburó (Quina do Futuro)

15 - Categoria: Imobiliária
Premiado: Paulo Miranda

16 - Categoria: Indústria&Sucroalcooleiro
Premiado: Daniela Petribú (Usina Petribú)

17 - Categoria: Jurídico
Premiado: Ronnie Duarte (OAB-PE)

18 - Categoria: Literatura
Premiado: Clarice Freire (escritora)

19 - Categoria: Medicina e Saúde
Premiado: Francisco Trindade (clínico geral)

20 - Categoria: Música
Premiado: Alceu Valença

21 - Categoria: Shopping Center
Premiado: Danielle Viana (Shopping Recife)

22 - Categoria: Sustentabilidade
Premiado: Marcelo Holanda Guerra (Frompet)

23 - Categoria: Tecnologia e Inovação
Premiado: Francisco Saboya (ex-presidente do Porto Digital)

24 - Categoria: Turismo
Premiado: Juliana Jovino de Britto e Silva (Catamaran)

25 - Categoria: Jornalismo Televisivo
Premiado: Graça Araújo (in memorian)

26 - Categoria: Ciências
Premiado: Juventino Férrer (Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica)

27 - Categoria: Ciências/Jovem Cientista
Premiado: Célio Henrique Rocha Moura (estudante UFPE)

28 - Categoria: Solidariedade
Premiado: Sebastião Pereira Duque (catador de lixo)

29 - Categoria: Jornalismo Impresso
Premiado: Paula Losada (Diario de Pernambuco)

30 - Categoria: Jornalismo Impresso
Premiado: Sebastião Araújo (Diario de Pernambuco)

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Bolsonaro niega que nombramiento de ministro colombiano haya sido por presión de evangélicos PDF Imprimir E-mail

El presidente electo de Brasil, el ultraderechista Jair Bolsonaro, negó este sábado que el nombramiento de su futuro ministro de Educación, el colombiano nacionalizado en el gigante suramericano, Ricardo Vélez, hubiera sido presionado por la bancada evangélica, pero "atiende los valores" que ella promueve.

Bolsonaro aseguró que Vélez es "la persona indicada" para estar al frente de la cartera de Educación porque es alguien que "va a ser útil para Brasil y no útil para su partido".

El presidente electo se refirió por primera vez públicamente y lejos de las redes sociales al nombramiento de Vélez, durante un encuentro que tuvo este sábado con la prensa tras asistir a los actos conmemorativos del septuagésimo tercero aniversario de la Brigada de Infantería Paracaidista en Río de Janeiro.

En la improvisada rueda de prensa, Bolsonaro señaló que tiene la seguridad de que el nuevo ministro de Educación hará que en las aulas se promuevan valores como el respeto a la familia y a la patria, y no se impulse educación para la "ideología de género", ni aquella que "forme militantes".

El anuncio de Vélez como jefe de la cartera de Educación llegó después de la polémica y las repercusiones negativas que generó en la bancada evangélica el posible nombramiento en esa cartera del director del Instituto Ayrton Senna y exrector de la Universidad Federal de Pernambuco (UFPE), Mozart Neves Ramos.

El aniversario de la Brigada de Paracaidismo fue el primer acto público al que asistió el presidente electo, tras la revisión médica que tuvo este viernes en la ciudad de Sao Paulo, seguimiento que periódicamente debe realizarse el diputado, tras la puñalada que sufrió en un mitin político durante la campaña electoral.

Al respecto, Bolsonaro dijo este sábado que el 19 de enero debe realizarse otro chequeo médico y, si los galenos lo consideran, al día siguiente, el 20 de enero, estaría entrando a cirugía.

El acto, en el que Bolsonaro estuvo acompañado por autoridades regionales tuvo un interés particular para Bolsonaro quien a finales de los años 70 se especializó como paracaidista del Ejército.

El presidente electo, quien es capitán de la reserva del Ejército, se formó en la Academia Militar de las Agujas Negras.

En su último año de formación en la Academia (1977) integró la Brigada de Infantería Paracaidista, donde se especializó en esta rama y sirvió en los grupos de artillería de campaña y paracaidismo del Ejército Brasileño entre 1983 y 1986.

Conocida como "Nido de las Águilas" y "Centinela de la Patria", la Brigada de Infantería Paracaidista es una tropa élite del Ejército Brasileño, de empleo estratégico, que puede actuar en cualquier parte del territorio nacional en hasta 24 horas, con el apoyo de la Fuerza Aérea.

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Fátima Freitas: uma vida dedicada ao palco e à dança PDF Imprimir E-mail

Marcondes Lima, profissional tarimbado das artes cênicas em Pernambuco, a considera a sua fada madrinha e fez para ela o primeiro figurino de sua carreira. E o mesmo sentimento de carinho e gratidão é compartilhado por outros tantos bailarinos, coreógrafos, atores e pessoas ligadas ao segmento cultural no Estado, em relação à Fátima Freitas, bailarina, coreógrafa, diretora, produtora e proprietária da academia de dança e artes que leva seu nome, no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.

Em 2018, a Academia Fátima Freitas comemora seus 30 anos de atividades, com uma série de eventos iniciados desde o Carnaval, no dia 2 de fevereiro, Dia de Yemanjá, e que terão sua culminância no dia 16 de dezembro, no Teatro Guararapes, com a montagem do balé “Don Quixote”. Este é também o ano em que Fátima Freitas celebra 45 anos no palco.

Nascida em Juazeiro da Bahia, Fátima passou parte da infância em Parnamirim (PE), perto de Salgueiro, antes de vir morar no Recife, aos 8 anos. Mas somente aos 16 daria suas primeiras aulas de balé clássico, para uma turma de crianças (baby class), quando sua principal mestra na dança, Mônica Japiassú, entrou em licença-maternidade da filha caçula.

Com Mônica, sua amiga para a vida inteira, manteve uma parceria em que chegaram a ser sócias em um academia. “Cheguei a fazer ginástica solo, no Geraldão, mas me machuquei e provavelmente não seria a minha grande paixão”, garante Fatinha, apelido pelo qual se referem a ela as pessoas mais próximas e a filha, Thereza Rachel Freitas, que há anos é uma das professoras da academia, ao lado da mãe.

O filho João Paulo Gomes, que ela ainda carregava no ventre quando encenou “Morte e Vida Severina”, em 1980, com direção de Mônica Japiassú, a partir da obra de João Cabral de Melo Neto, ajuda de outras maneiras, pois seguiu o caminho da comunicação e mantém uma empresa de mídia, faz a divulgação dos espetáculos, os programas/ folders.

Outros profissionais que Fátima cita como relevantes em sua trajetória estão Rubem Rocha Filho e Ulisses Dornelas (Palhaço Chocolate). Além de intercâmbios com bailarinos e grandes companhias, como Ana Botafogo, Cecília Kerche e o Ballet de Theatro Municipal do Rio de Janeiro. E foram muitos os nomes dos talentos que ajudou a lapidar, com bailarinos como Luanna Gondim, hoje na Rússia; Alex Kaden (em Viena); Victor Kaden (em Berlim); Lara Gondim (no Bolshoi de Joinville) . Além de Flaira Ferro, Dayvison Albuquerque, Jefferson Nascimento.
Na Academia Fátima Freitas, as aulas ocorrem em duas salas grandes, e também numa sala menor, multifuncional, que serve para artes plásticas e alongamento. “Tenho alunos dos 3 aos 63”, conta Fatinha, citando as participantes da turma de balé iniciante avançado. Entre os professores que estão há mais tempo na academia está Isabel Ferreira, além de Thereza Rachel.

A academia brilhou no Festival de Joinville, em Santa Catarina, um dos mais tradicionais do Brasil. Foram tetracampeões de 2000 a 2003 e foram mais quatro anos seguidos como convidados. “Também levamos dois prêmios no Passo de Arte, em Santos (SP)”, pontua.

No calendário de 2018, além do cortejo recordando os antigos carnavais, Fátima Freitas e sua companhia vivenciaram momentos como a “Noite de Gala”, no Teatro Luiz Mendonça (Dona Lindu), com o espetáculo “Floresta Amazônica”, de Villa-Lobos, em maio; na 13ª Mostra de Dança, em junho, com “Casa de Brinquedos” (infantil) e “Noite MPB” (juvenil/adulto); a ópera “Carmen”, com a Sinfonieta da UFPE, no Santa Isabel; e o clássico “O Quebra-Nozes”, no Teatro do RioMar, dentro da agenda de Natal do shopping, no último dia 16.

“O que me marcou realmente foram a garra, a disciplina e a perseverança, ser constante nos projetos e acreditar neles, além de estar cercada de bons profissionais e de ter tido muita sorte”, avalia. "O amor à arte é o que me mantém viva, além, é claro, dos filhos e netas apaixonantes", assegura. A dança e o teatro agradecem pela dedicação!

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O ministro “olavete” e o ataque aos professores do Escola com Fascismo PDF Imprimir E-mail

Se o governo surgido da fraude eleitoral conseguir impor ao País as ideias apregoadas pelo ministro da Educação, indicado por Bolsonaro nesta semana, será preciso queimar todos os livros em uso no País e desautorizar toda a história ensinada nas Escolas e Universidades. Um retrocesso, sem precedentes.

O indicado pelo presidente ilegítimo, Ricardo Vélez Rodríguez, considera que o golpe militar 1964 “foi essencial para a abertura democrática do Brasil”. Em seu blog, o indicado pelo arqui-reacionário Olavo de Carvalho, escreveu que o 31 de março de 1964 “é uma data para lembrar e comemorar”.

Rodríguez, que tem 75 anos, é colombiano naturalizado brasileiro. Tem diplomas de algumas das mais reacionárias e reconhecidamente limitadas universidades do nosso continente. No Brasil, trabalhou em entidades mercadoras de diplomas, como a Faculdade Positivo, de Londrina (PR), onde – segundo seu currículo acadêmico – leciona desde 2014.

Apresentado como suposto “especializado no pensamento liberal”, atuou também por mais tempo em outra “fábrica de diploma”, a Universidade Gama Filho (1983-2002) e se afirma ainda que, “na década de 1980, foi professor colaborador da Escola de Comando e Estado Maior do Exército Brasileiro”. Entre 2003 e 2005, o Exército lhe concedeu o título de professor emérito e a Medalha do Pacificador, condecoração dada a quem prestou serviços à instituição.

Um desses maiores serviços, até agora, deve ter sido atacar a Comissão Nacional da Verdade, que teve o papel de investigar violações de direitos humanos durante o regime militar. Segundo o “filósofo”, o Relatório da Comissão que apontou o número de 434 mortes durante da ditadura militar, “foi a iniciativa mais absurda que os petralhas tentaram impor”.

Vélez foi indicado, depois que a “bancada da bíblia”, integrada por pastores e outros elementos reacionários ligados às mais reacionárias igrejas evangélicas, vetou o nome Mozart Neves Ramos, ex-reitor da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) e diretor do Instituto Ayrton Sena, defensor do ensino privado e das “parcerias” desse com o Estado, a fim de abocanhar os recursos públicos do setor.

A indicação do colombiano reafirma a disposição do governo e da extrema direita de impor a ditadura nas escolas, a censura e a perseguição aos professores e estudantes para fazer valer a Escola com fascismo.

Trata-se de atacar um dos setores mais progressistas do País, não só para destruir o ensino público e reprimir educadores e estudantes que podem ter um papel importante na luta contra as posições reacionárias do governo e contra seus ataques contra o povo, mas também tentar impor uma situação de repressão contra o conjunto do povo trabalhador, através do controle reacionário sobre escolas e universidades.

Tudo isso para servir aos interesses dos grandes capitalistas estrangeiros e “nacionais” que deram o golpe de estado que derrubou a presidenta Dilma Rousseff, da mesma forma que patrocinaram o golpe militar, elogiado pelo “filósofo” e fraudaram as eleições para empossar um governo rejeitado pela maioria da população que leve adiante a política desejada pelos “donos do golpe”, destacadamente, o imperialismo norte-americano.

A indicação de Vélez, reforça a necessidade de uma ampla mobilização, em todo o País, contra a ofensiva que a direita vem realizando contra os professores, por meio de ataques de setores minoritários contra os docentes e toda a liberdade de expressão no interior das unidades escolares.

É preciso seguir o exemplo dos ativistas e dirigentes que se reuniram nessa quinta (dia 22), na Faculdade de Direito da USP, no Largo de São Francisco quando, após debatermos a situação, deliberamos pela criação do Comitê de Luta em defesa dos professores e contra os ataques da direita, reunindo as principais entidades dos trabalhadores da Educação no Estado, como a APEOESP, SINPEEM, Sinpro’s, entidades docentes da USP, Unicamp e Uneso, Educadores em Luta/PCO e outras organizações defensoras do ensino público e dos trabalhadores da Educação.

Mobilizar já, para enfrentar e barrar a ofensiva da direita nas escolas, por meio da mobilização de todos os setores da comunidade escolar. E unir essa mobilização com a luta pelo Fora Bolsanaro e todos os golpistas e pela liberdade de Lula e de todos os golpistas, como parte da necessária defesa dos direitos democráticos de todo o povo e da luta contra a ofensiva contra todo o povo explorado.

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Começa operação para retirada de peça avariada na torre do relógio da Faculdade de Direito do Recife PDF Imprimir E-mail

Uma operação para retirar uma peça de metal que está avariada e compromete a torre do relógio da Faculdade de Direito do Recife (FDR), na área central da cidade, teve início neste sábado (24). De acordo com a reitoria da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a estrutura, chamada de minarete, sofreu uma inclinação, o que obrigou o isolamento de cinco áreas do prédio histórico, no bairro da Boa Vista.

Neste sábado, dois guindastes, sendo um deles uma plataforma, foram posicionados na área do estacionamento da faculdade, na Rua do Riachuelo. A remoção da estrutura deve ser concluída no domingo (25), conforme a previsão da reitoria da UFPE.

O diagnóstico sobre a estrutura da torre foi feito a pedido da direção da faculdade e da UFPE. Depois de fazer uma vistoria usando um drone, elas concluíram que houve corrosão na estrutura.

São três peças acopladas que ficam presas por parafusos e a menor delas teve problema, provocando a inclinação na cúpula.

Na sexta-feira (16), a faculdade e a UFPE colocaram fitas para isolar, temporariamente, os acessos à biblioteca, sala de leitura, parte do estacionamento que tem entrada pela Rua do Riachuelo, pátio interno, além do diretório acadêmico.

Mesmo com a necessidade de restringir os acessos a essas áreas, a direção da faculdade, as aulas estão sendo realizadas. As atividades ficaram suspensas entre a quarta-feira (14) e a sexta.

Uma empresa contratada para acompanhar a obra de restauração do prédio histórico elaborou o laudo técnico que identificou o problema na torre. O imóvel é tombado pelo patrimônio nacional e passa por restauração desde 2007.

Segundo a reitoria da UFPE, o problema na torre levou a direção da faculdade a agilizar uma parte das obras de restauração do prédio. Os serviços, em andamento, estão orçados em R$ 6 milhões. Os trabalhos em todo o imóvel devem durar um ano e meio.

História
A faculdade funciona num prédio histórico, no bairro da Boa Vista, desde 1912. Ela está ligada à UFPE desde 1946.

Inaugurada em 1827, a Faculdade de Direito do Recife foi a percussora do curso de ciências jurídicas no Brasil. A primeira turma de bacharéis em ciências jurídicas se formou em 1832.

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