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Música erudita a preço popular no Museu do Estado no sábado (18) PDF Imprimir E-mail

18/11/2017

Que tal um pouco de música erudita neste fim de semana? Então anota aí: sábado (18), o Quarteto Variante, formado por alunos do Curso de Música da UFPE, se apresenta no Museu do Estado de Pernambuco, dentro do projeto do Santander Cultural Ouvindo e Fazendo Música no Museu.

Kedma Johnson (violino 1), Jade Martins (violino 2), Alexsandro Castro (viola) e Herlane Franciele (violoncelo), sob orientação acadêmica do Professor Pedro Huff, apresentam um repertório variado, em que mostram a habilidade das atuações para além da Academia, já que todos atuam em orquestras e grupos de câmara de Pernambuco.

Os ingressos, a preços populares, custam R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia).

Frida

Ainda no Museu do Estado, aproveite para ver a exposição Frida e Diego: um sorriso no final do caminho, que termina neste domingo (19). São 96 fotografias que mostram a intimidade do casal Frida Kahlo e Diego Rivera. Dá pra ir antes do show!

Ouvindo e Fazendo Música no Museu
Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960, Graças)
Sábado (18), às 17h
R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia) | entrada gratuita para clientes e funcionários Santander
 (081) 3184-3174

Exposição Frida e Diego: um sorriso no final do caminho
Visitação: até o dia 19 de novembro, de terça a sexta-feira: das 10h às 17h; sábado e domingo: das 14h às 17h
R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada)

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Acirramento de debates em universidades preocupa professores PDF Imprimir E-mail

19/11/2017

 

Cabeça sangrando, troca de insultos, chutes e socos. Pode não parecer, mas a cena descrita acima aconteceu no prédio do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), no campus Recife da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em outubro deste ano. Tudo começou com o que seria a simples exibição do filme “O Jardim das Aflições”, que retrata o pensamento do filósofo conservador Olavo de Carvalho, mas acabou virando uma briga com feridos.

Às vésperas de uma eleição presidencial, os acirramentos aumentam e professores avaliam existir um cenário de intolerância em ambientes cada vez menos democráticos. “O conflito dentro da universidade é quase que integrante de sua essência”. A declaração é de Roberto Romano, professor de Ética e Filosofia na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Ele explica que as universidades não são “vacinadas” contra o que acontece na sociedade e que os conflitos tendem a aumentar em momento de crise. “Você nunca teve a universidade totalmente isolada das lutas sociais, políticas, religiosas e ideológicas. Estamos em situação de crise do Estado, temos um governo com baixa popularidade e um recrudescimento das lutas ideológicas. Há um vácuo de poder no Estado e uma ausência de hegemonia na sociedade civil, então você tem o surgimento de grupos radicalizados principalmente à esquerda e direita”, comentou Romano.

No episódio ocorrido na UFPE, estudantes e militantes identificados com o pensamento de esquerda gritavam palavras de ordem como “1, 2, 3, 4, 5, mil, lugar de fascista é na ponta do fuzil” contra o grupo que exibiu o filme. Em dado momento, um dos estudantes que estava vestindo uma camisa com a imagem do deputado federal Jair Bolsonaro foi empurrado por um rapaz, o que deu início às agressões mútuas. Ao ser questionado sobre o motivo pelo qual agrediu o homem que saía da exibição do filme, o jovem, que se identicou como Gustavo, respondeu “eu empurrei ele porque ele estava exibindo a camisa do Bolsonaro, e isso é inadmissível aqui nessa Universidade”.

Para Juliano Domingues, doutor em Ciências Políticas, as agressões verbais e físicas ocorridas nas universidades mostram a falta de democracia em ambientes que discutem a tolerância. “Quanto mais democrático um ambiente, maior o custo da opressão e menor o custo da tolerância. Nesse sentido, quanto mais cultura política democrática, maior o grau de tolerância e menor a chance de conflitos serem resolvidos na base da violência”, afirmou.

Para Roberto Romano, a sociedade brasileira não conhece o verdadeiro diálogo. “Na radicalização da luta por espaço, as seitas afirmam: ‘esse espaço é meu e você não pode se manifestar aqui’. Essa disputa é própria de situações de crises, como vimos em revoluções que ocorreram no mundo. O problema é que não existe mais o exercício da política, a troca de narrativas, o diálogo verdadeiro, que não precisa ser de concordância. O diálogo é o aparecimento dos opostos, o exame dos opostos e a defesa de posições. Como você não é
acostumado no País com esse tipo de diálogo você parte para o insulto físico, parte para a repressão, você abdica do pensamento e vai para a violência”.

O caso mais recente de briga entre estudantes ocorreu, no início deste mês, na Universidade Católica de Pernambuco, onde um debate entre representantes de duas chapas do curso de Direito que disputam eleição para o Diretório Acadêmico terminou em confusão. Pessoas das duas chapas concorrentes, Sem Medo de Mudar e Renovação, afirmaram ter sido provocados.

Cabe ressaltar que o conflito entre universitários data de outras épocas e pode chegar a proporções drásticas. Em 1968, por exemplo, estudantes de esquerda da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP) e outros de direita da Universidade Presbiteriana Mackenzie entraram em confronto. O fato ficou conhecido como a “Batalha da Maria Antônia” e resultou na morte de um jovem de 20 anos.

“A sociedade brasileira tem cicatrizes do regime de força que passamos e não conseguimos modicar esse uso da força. Vocêtem uma sociedade que usa o mando da força física contra quem é mais fraco, obedece quem tem juízo e pronto. Por isso, não acho a sociedade brasileira democrática, ainda menos o Estado. Se não mudar a ética da sociedade, nada muda”, concluiu Roberto Romano.

CULTURA AUTORITÁRIA

Doutor em Ciência Política, o professor Juliano Domingues ressalta que momentos de crise econômica e de recessão costumam estar associados a descrédito em relação a princípios democráticos básicos. Isso pode ajudar a compreender o atual contexto.

JORNAL DO COMMERCIO - Como se originam conflitos que chegam ao nível que vimos nas recentes brigas nas universidades?

JULIANO DOMINGUES - Historicamente, a democracia tem se mostrado o melhor caminho para a resolução de conflitos de modo pacífico. Em tese, a fórmula é relativamente simples: quanto mais democrático um ambiente, maior o custo da opressão e menor o custo da tolerância. Nesse sentido, quanto mais cultura política democrática, maior o grau de tolerância e menor a chance de conflitos serem resolvidos na base da violência. Em outras palavras, em países democráticos partir para a briga costuma custar caro. Daí a ideia segundo a qual em democracias conflitos são resolvidos contando cabeças e não cortando cabeças.

JC - A cultura brasileira é de debate ou de autoritarismo e como isso se reflete nas universidades?

JULIANO - Em uma população culturalmente autoritária, os mecanismos institucionais de resolução de conflito tendem a ser frágeis. Nesses casos, partir para a briga acaba sendo uma escolha racional, infelizmente. O brasileiro está longe de ser exemplo de cultura política democrática, pelo contrário. Nossa cultura política é fortemente autoritária. Nossas instituições estão permeadas pela nossa história de autoritarismo. Não se supera isso em poucos anos. Serão necessárias algumas gerações. Diante de nossa cultura política autoritária, há, portanto, terreno propício para episódios de violência associados a manifestações políticas.

JC - As redes sociais impactam de que forma na disseminação dos embates?

JULIANO - As redes sociais digitais também desempenham papel importante nesse cenário. Sua lógica de funcionamento, sobretudo do Facebook, permite a interconexão de indivíduos antes isolados geograficamente nas chamadas "bolhas ideológicas", onde há um sentimento de visão de mundo homogênea. A sensação de pertencimento a um grupo aparentemente majoritário tem o potencial de encorajar seus integrantes a se manifestar publicamente e a enfrentar seus adversários.

JC - Qual o impacto de conflitos em locais que deveriam ser democráticos, espaços para o debate e diálogos?

JULIANO - Como a ideia de enfrentamento em ambientes de cultura política autoritária não costuma se dar no campo do debate de ideias, mas a partir de uma lógica de agressão, temos um cenário favorável à violência. Aquele que deveria ser adversário político ganha status de inimigo a ser eliminado. Essa lógica se dissemina nos mais diversos ambientes de convivência social. Nas universidades, cuja matéria-prima é o contraditório – ao menos deveria ser –, a incivilidade política salta aos olhos, lamentavelmente.

 

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Bebês prematuros: pequenos milagres PDF Imprimir E-mail

18/11/17

A pequena Maria Eloísa nasceu já lutando pela vida. Suportou, ainda no ventre, a viagem de emergência nos mais de 130 quilômetros que separam Bonito, no Agreste, e o Recife. A esperança era que na Capital conseguissem mantê-la na barriga da mãe até que ela estivesse realmente pronta para vir ao mundo. Ganhou apenas mais uma semana. Chegou a 1,2 quilo e completou sete meses gestacionais. Ainda não era o ideal, mas foi impossível esperar mais. A batalha da bebê já dura mais de um mês no Hospital das Clínicas (HC) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e ainda não tem data para acabar.

A guerra pela sobrevivência à prematuridade de Eloísa se soma a de outros cerca de 20 bebês também atendidos na neonatologia do hospital e multiplica-se quando olhamos para todo o Estado. Em média, são 16,2 mil nascimentos prematuros por ano em Pernambuco, o que representa 11,2% de todos os partos. São quase 45 bebês nascendo, diariamente, antes das 37 semanas de gestação. O cenário local repete a media nacional. Retrato que preocupa organismos internacionais, uma vez que o Brasil aparece em 10º lugar no ranking mundial da prematuridade. A conscientização sobre desafios da prematuridade foi celebrada

A história de Eloísa caminha junto à de Eloá Vitória, que está no leito da sala do lado. Outra pequena guerreira que veio ao mundo com apenas 29 semanas gestacionais. Tinha apenas seis meses. Também enfrentou a estrada do Interior até o Recife. Deixou Frei Miguelinho, no Agreste, na barriga da mãe, que começava uma jornada difícil e sofrida para salvá-la e que já dura quase 20 dias. Nasceu com 900 gramas, peso que a colocava entre os bebês com maior risco de morte. Vem desafiando a lógica e mostrando que a força da natureza, aliada a cuidados médicos intensivos e à perseverança materna, devem vencer outra vez. Pequenos milagres.

Estatísticas do Ministério da Saúde apontam que 60% dos casos de mortalidade infantil se concentra no período neonatal, que vai de 0 a 28 dias após o nascimento, e que a maioria dos óbitos está relacionada à prematuridade. Mães de UTI, Ana Karla da Silva, 27, e Maria Jacqueline Pereira, 22, viram o sonho da maternidade se transformar em pesadelo: a espera pela vida se tornar medo da morte. E a rotina habitual de choros e mamadas darem lugar a sondas e muitos bips dos aparelhos de monitoramento.

“Meu coração foi parar nos pés quando o médico me disse que minha gravidez não ia durar até o final. Eu ainda ia fazer sete meses. Só pensei no pior: ia perder minha filha”, desabafou Ana Karla sobre o dia do nascimento de Eloá. Hipertensa desde a infância, a dona de casa teve uma piora quando engravidou. Controlou o problema com remédios, fez cinco consultas de pré-natal, mas tinha picos expressivos. Ao olhar de relance a menina na sala de parto, toda enrolada em um lençol, não teve a dimensão do quadro. Na primeira visita na UTI, o choque. “Pensei que ela não iria sobreviver. Foi uma das piores sensações que já tive na vida”, lembrou. Mãe e filha já enfrentaram infecção, anemia e taquicardia provocadas pela imaturidade do organismo da pequena. Sem previsão de alta, a contagem atual não é tanto para deixar o hospital, mas conseguir amamentar a menina. Até hoje, Eloá só se alimenta por sonda.

A amamentação também é o desejo mais palpável de Maria Jacqueline. “Por enquanto ela não pode mamar porque vai gastar muita energia. Mas só faltam alguns dias”, comemora a mãe. A criança passou da fase crítica, mas ainda exige cuidados especiais. Por isso, nada de fixar data para conhecer o quarto de casa e a família toda. O parto com 31 semanas de gravidez aconteceu de urgência porque Maria Jaqueline teve uma grave infecção urinária. “Já tinha ouvido falar de prematuridade, mas na minha cabeça seria tudo tranquilo e já tinha até marcado um ensaio fotográfico”, contou. O baque emocional veio de uma vez. “Passei dois dias para vê-la. Procurei nem ficar sabendo de tudo que estava acontecendo com ela porque me sentia muito mal. A pior parte foi ver minha filha entubada. Depois, ver na enfermaria todas as mulheres com seus bebês, sendo que eu não estava com a minha”, emocionou-se. Para ela, sobreviver a dias tão difíceis só é possível com a troca de experiência e de afetos.

Um quadro prevenível
A gestora da neonatologia do HC, Lindacir Sampaio, destacou que as duas principais causas para a prematuridade são justamente as que levaram Eloá e Eloisa a nascerem antes do tempo: infecção urinária e hipertensão materna. “Num país de primeiro mundo, as principais causas são as doenças genéticas do bebê. Aqui e nos demais países em desenvolvimento são causas evitáveis, como a hipertensão e infecção, que são preveníeis”, lamentou. Essas situações poderiam ser contornadas, segundo a médica, se não fossem as baixas quantidade e qualidade das consultas do pré-natal, que é atribuição da atenção primária nos municípios. “Muitas até fazem o número de consultas preconizadas pelo Ministério - ao menos seis -, mas a qualidade, algumas vezes, não é satisfatória por vários motivos. Entre eles, a falta de acesso e a demora nos resultados dos exames”, elencou. Sem esse acompanhamento periódico, uma infecção urinária assintomática pode passar despercebida, por exemplo, e desencadear o trabalho de parto porque não houve tratamento a tempo.

Com sequelas inversamente proporcionais à idade gestacional, quanto mais prematuro, mais grave pode ser o quadro do bebê ao nascer. Além disso, o tipo de patologia da mãe também refletirá diretamente na saúde da criança. Numa matemática médica nada fácil são avaliados a maturidade biológica e corporal do recém-nascido, a idade gestacional e o peso. Com esses dados é possível dimensionar as chances que cada criança terá, tanto de sobreviver como de escapar sem sequelas.

A humanização
Uma parte importante de todo esse processo de recuperação do prematuro envolve cuidados múltiplos, onde os pais, principalmente a mãe, tem um protagonismo chave. Irmãos, avós e amigos também vêm sendo inseridos nessa rede de ajuda e cuidados no HC. Mesmo em alta médica, a mulher é orientada a ficar no hospital o maior tempo possível. A permanência faz com que ela entre em contato com as bactérias daquele ambiente e produza anticorpos que protegem o bebê pelo aleitamento. Nos prematuros, a amamentação é ainda mais fundamental. Diferentemente das crianças a termo (nascidas de nove meses), os prematuros nascem sem uma reserva natural de cálcio, fósforo e vitaminas, que seriam absorvidas intraútero. Esta deficiência precisa ser suprida com urgência pelo aleitamento, principalmente porque eles terão que ter uma velocidade de crescimento muito maior.

O afeto é outro curinga na alta médica do bebê. Tanto que a inserção rápida do prematuro no seio familiar é estimulado. “A mãe e o pai têm entrada livre na unidade. Entendemos a importância desse contato mãe, bebê e família. Temos um dia de visita das avós, outro para uma pessoa especial da família como um amigo ou padrinho, e permitimos também a visita de um irmãozinho, que pode ser programada com acompanhamento do serviço social e da psicologia”, contou a chefe da enfermagem, Suely Bonfim. Apesar de, em geral, haver total disposição dos parentes, ainda há casos de abandono das crianças. Famílias que, na dor, preferem não acompanhar o bebê na sua luta. A assistência social tem papel fundamental nesta crise, que em boa parte pode resultar em adoção.

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TCE condecora personalidades pernambucanas com medalha PDF Imprimir E-mail

20/11/2017

 

Num dos seus últimos atos à frente Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, o presidente da casa, Carlos Porto, comandou a cerimônia de entrega da Medalha do Mérito Nilo Coelho, nesta segunda-feira, a 10 personalidades indicadas pelo Conselho. A cerimônia aconteceu no auditório do Do Edifício Dom Helder Câmara, sede do TCE-PE. Foram agraciados Maria Lúcia Pontes. o Alberto Ferreira da Costa, Alexandre Rands Coelho Barros, Carlos Eduardo Gomes Pugliese, Dirceu de Lavor Sales, Geraldo de Sá Carneiro Filho, Geraldo Freire dos Santos, João Eudes Bezerra Filho, Padre Rinaldo Pereira dos Santos e Stênio Neiva Coelho.

A solenidade contou com auditório cheio e representantes das várias instâncias do jurídico assim como poderes executivo e legislativo, além de familiares e amigos dos agraciados. O único que não pode estar presente foi o radialista Geraldo Freire, da Rádio Jornal, que receberá sua medalha em outra oportunidade. A diretora de Desenvolvimento Social e Relações Institucionais do Grupo JCPM, Lúcia Pontes, recebeu a condecoração das mãos do conselheiro Valdecir Pascoal. Após a cerimônia houve coquetel no foyer.

A medalha foi criada por Orlando Morais, pela resolução 02/86 de 16 de abril de 1986 como láurea de reconhecimento de méritos a pessoas físicas ou jurídicas, distinguidas pelos relevantes serviços à causa do controle da administração financeira e orçamentária do Estado, como também pelo conhecimento no campo do Direito.

Sobre os agraciados:

Alberto Ferreira da Costa nasceu em Portugal e veio para o Brasil com apenas 15 anos de idade. É empresário da construção civil, diretor da Construtora Rio Ave e provedor do Hospital Português do Recife desde 1990.

Alexandre Rands é economista e fez seu doutourado na Universidade de Illinois (EUA). Foi presidente da Associação Brasileira de Estudos Regionais e Urbanos entre 2007 e 2008 e professor do Departamento de Economia da UFPE. Atualmente preside a Datamétrica Consultoria e o jornal Diario de Pernambuco.

Carlos Eduardo Pugliese é desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região e mestre em Direito pela Universidade de Lisboa. Foi vice-presidente da OAB-PE e fundador do Instituto Egídio Ferreira Lima e escreveu o livro “As Medidas Provisórias no Sistema Presidencial Brasileiro”.

Dirceu de Lavor Sales é médico acupunturista do Hospital das Clínicas da UFPE e preside do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura.

Geraldo de Sá Carneiro também é médico pela UFPE e especialista em neurocirurgia. Participou de treinamentos na Áustria, Suíça e Estados Unidos e atualmente é chefe do setor de Neurocirurgia do Hospital Memorial São José. Geraldo Freire é cearense de Caririaçu, mas reside em Pernambuco desde menino. É radialista desde os 14 anos de idade e ao longo de sua vida profissional passou pelas Rádio Continental, Repórter, Olinda, Capibaribe, Clube e Jornal. Atualmente está vinculado ao Sistema Jornal do Comércio de Comunicação, onde comanda o programa “Supermanhã”, na Rádio Jornal, das 7h ao meio dia, sendo líder de audiência há 27 anos.

João Eudes Bezerra Filho é auditor de controle externo do TCE e chefe de gabinete do presidente Carlos Porto. É mestre em Ciências Contábeis pela Universidade de São Paulo, pós-graduado em Contabilidade e Controladoria Governamental pela UFPE e assessorou o Conselho Federal de Contabilidade na elaboração das novas Normas de Contabilidade aplicadas ao setor público.

Maria Lúcia Pontes é graduada em Serviço Social pela UFPE. Foi presidente do Centro de Estudos e Pesquisa Josué de Castro, secretária da Prefeitura de Camaragibe entre 1991 e 1994, chefe de gabinete e secretária da Casa Civil do Governo do Estado entre 2003 e 2006 e atualmente é diretora de Relações Institucionais do Grupo JCPM, estando sob sua responsabilidade a Fundação Pedro Paes Mendonça (SE) e o Instituto JCPM de Compromisso Social, presente em Pernambuco, Sergipe, Ceará e Bahia.

Padre Rinaldo Pereira concluiu os cursos de Odontologia e Letras em Caruaru, sua terra, e em 1995 ingressou na Ordem dos Frades Capuchinhos. Estudou também Teologia na cidade de Olinda e durante 9 anos foi vice-postulador da causa de beatificação e canonização de Frei Damião de Bozanno. Atualmente é pároco da Igreja da Madre de Deus, diretor do Museu de Arte Sacra de Pernambuco e administrador da Cúria da Arquidiocese de Olinda e Recife.

Stênio Neiva Coelho é desembargador do Tribunal de Justiça de Pernambuco, sendo membro da 6ª Câmara Cível e da Comissão de Precedentes Judiciais. É pós-graduado em Direito Processual Civil e foi desembargador substituto do Tribunal Regional Eleitoral no biênio 2017/2019.

 

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Obras paradas no Parque Capibaribe PDF Imprimir E-mail

17/11/2017

Os moradores das Graças já devem ter percebido que as obras do trecho do Parque Capibaribe nas Graças, chamado de Via Parque, estão paradas – na verdade, não começaram ainda. A ordem de serviço foi assinada pelo prefeito Geraldo Julio em 31 de maio deste ano – as obras teriam início imediatamente.

Foi montado o barracão e até alguns imóveis irregulares foram derrubados, mas desde então nada foi feito. O PorAqui procurou a Autarquia de Urbanização do Recife (URB) para saber a quantas anda o projeto.

Segundo a URB, a obra de fato está parada, aguardando documentos com autorização da Capitania dos Portos e a licença ambiental, entre outros. Não há data para início dos trabalhos. Veja a nota completa abaixo:

A Via Parque, compreendida entre as Pontes da Torre e da Capunga, no bairro das Graças, se constitui no segundo trecho a ser executado do Projeto Parque Capibaribe, iniciativa da Prefeitura do Recife, com colaboração do INCITI-UFPE.

Atualmente estamos aguardando alguns documentos importantes. Dentre eles, a autorização da Capitania dos Portos e a licença ambiental. A intervenção terá início junto à Ponte da Torre, no trecho entre a Rua Amélia e a Avenida Manoel de Almeida, com a realização da limpeza da área para iniciar a urbanização.

A obra contempla, ainda, uma faixa para carros compartilhada com bicicletas em dois trechos: da Ponte da Capunga até a Rua Dom Sebastião Leme e da Rua Manoel de Almeida em direção à Ponte da Torre. Também haverá um píer no Rio Capibaribe na altura da Rua das Pernambucanas, um mirante na Rua Dom Sebastião Leme e duas passarelas sob as pontes.

Ao todo, serão construídos passeios, ciclovia, áreas de estar, espaço de aproximação com o rio, passarelas e píeres para pequenas embarcações em uma área de um quilômetro de extensão. O início das obras está aguardando alguns documentos importantes, entre os quais a autorização da Capitania dos Portos e a licença ambiental. Uma vez iniciada, tem duração prevista de 18 meses, com orçamento estimado em R$ 26.574.446,75.

 

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