Universidade Federal de Pernambuco - Agência de Notícias - Clipping
Pernambucano tem orgulho da terra apesar dos problemas do Estado PDF Imprimir E-mail

04/04/2017

 

Um levantamento feito nos dias 23 e 24 de março pelo Instituto de Pesquisa Uninassau, em parceria com o Jornal do Commercio e o portal Leia Já, indica que os pernambucanos têm orgulho do Estado, mas não são tão otimistas quanto à melhoria da qualidade de vida. Entre os entrevistados, 84% enfatizaram que têm orgulho de ser pernambucano, 7% responderam não, 1% não soube responder ou não respondeu e 8% informaram que não nasceram em Pernambuco.

Apesar da maioria destacar o orgulhoso de ser pernambucano, 73% dos entrevistados acreditam que o Estado não oferece conforto aos seus moradores. Os que pensam de maneira contrária somam 23% e 2% não responderam ou não souberam responder. Já 70% creem que Pernambuco não oferece oportunidades para quem deseja mudar de vida, 26% acreditam que há chances e 4% não responderam ou não tinha respostas para esse tópico.

Quando questionadas sobre melhoria do cotidiano em Pernambuco nos últimos anos, 32% das pessoas entrevistadas afirmaram que a vida continua a mesma e 32% disseram que piorou. Para 22%, melhorou. Já outros 9% responderam que piorou muito e 4% declararam que melhorou muito. Os que não souberam responder ou não responderam totalizaram 2%.

A maneira como os pernambucanos veem as perspectivas de mudança de vida tem uma relação direta com a avaliação do governo e pode ter reflexo na eleição estadual de 2018, sobretudo para o governador Paulo Câmara (PSB).

"Não há um sentimento de otimismo e disputar uma reeleição com esse sentimento de pessimismo entre os eleitores é ruim para qualquer candidato", analisa o cientista político Adriano Oliveira, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e um dos coordenadores do levantamento.

Paulo Câmara, cuja administração é reprovada por 74% dos eleitores como mostrou o JC no último fim de semana, tem um desafio e tanto pela frente se quiser mesmo continuar no posto de governador. "O sentimento individual sobre o Estado é bom, mas há uma mudança quando se trata do sentimento sobre o governo. A solução para Paulo é recuperar a popularidade", resume Adriano Oliveira.

O cenário só não é tão ruim para o governador porque o senador Armando Monteiro (PTB), que foi rival de Paulo Câmara em 2014 e já declarou ter interesse em disputar o governo estadual de novo, não é visto pela maior parte dos eleitores como a melhor opção para destronar o socialista.
"A solução para Armando é encontrar um discurso que provoque os eleitores", afirma Adriano Oliveira.

 

Link da Matéria

 
Colégio de Aplicação abre seleção para vagas remanescentes PDF Imprimir E-mail

03/04/2017

 

A partir desta terça-feira, o Colégio de Aplicação (CAp) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) dará início às inscrições para preenchimento de vagas remanescentes para o ano letivo de 2017. A seleção será feita por meio de provas de matemática e português (produção de texto). Os interessados têm até o dia 15 para se cadastrar através do site Seleção Cap. As provas estão marcadas para o dia 7 de maio.

Há seis vagas disponíveis: uma vaga para o 7º ano do Ensino Fundamental em 2017, ofertada no sistema de livre concorrência; uma vaga para o 9º ano do Ensino Fundamental em 2017, ofertada no sistema de livre concorrência; três vagas para 1ª série do Ensino Médio em 2017, sendo uma ofertada no sistema de livre concorrência e duas para alunos de escola pública; e uma vaga para 2ª série do Ensino Médio em 2017, ofertada no sistema de livre concorrência.

Para participar do processo de seleção, é necessário estar, em 2017, cursando o mesmo ano ou série que pleiteia no concurso ou ter concluído em 2016 o ano ou série imediatamente anterior ao pleiteado. Também é necessário, ter no máximo, até o dia 31 de dezembro de 2017, as seguintes idades: 14 anos para o 7º ano do Ensino Fundamental, 16 anos para o 9º ano do Ensino Fundamental, 17 anos para a 1ª série do Ensino Médio e 18 anos para a 2ª série do Ensino Médio.

 

Link da Matéria

 
HC realiza gastrostomias em crianças com Síndrome Congênita do Zika PDF Imprimir E-mail

04/04/2017

O Hospital das Clínicas (HC) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) realiza no próximo sábado procedimentos para implantar de forma endoscópica dispositivos de gastrostomia em crianças. Os cinco pacientes com microcefalia provocada pela Síndrome Congênita do Zika Vírus, têm pouco mais de um ano de idade e que são acompanhados no Ambulatório de Disfagia (dificuldade alimentar) do Serviço de Gastropediatria e estavam na lista de espera do setor de endoscopia.

O procedimento será realizado por meio de uma nova técnica. A gastrostomia consite na instalação de um dispositivo que atravessa a parede abdominal e se localiza dentro do estômago, que pode ser feito por via cirúrgica ou endoscópica, sendo a segunda mais rápida e segura para o paciente. A gastrostomia é uma via alternativa de alimentação, por meio da qual podem ser administradas dietas específicas para a nutrição de pacientes que não podem ser alimentados pela boca. Geralmente, aplica-se a pessoas com problemas neurológicos.

“Rotineiramente, a gastrostomia é realizada pela equipe de endoscopia em dois momentos: um para a colocação da sonda e outro para o botton. Pela nova técnica, tudo é feito no mesmo momento, o que diminui o desconforto para o paciente, que não precisa se submeter a um novo procedimento”, explica a gastropediatra Kátia Brandt. “O botton é um dispositivo mais duradouro que a sonda de gastrostomia e interfere menos nas funções do paciente”, completa.

O HC é referência em Pernambuco em assistência multidisciplinar de disfagia em crianças, fazendo o acompanhamento de pacientes com microcefalia, paralisia cerebral e outros problemas neurológicos. Essa assistência multidisciplinar é resultado da colaboração entre o hospital e a Secretaria Estadual de Saúde. Fazem parte da equipe os médicos da endoscopia Eduardo Siqueira e Julia Araújo, as gastropediatras Kátia Brandt, Margarida Antunes e Mara Alves, a fonoaudióloga Danielle Oliveira e a nutricionista Isis Suruagy. “Hoje, temos cerca de 20 crianças à espera desse procedimento. Com a ação, vamos diminuir a fila de espera e zerar a lista de pacientes com microcefalia”, informa Kátia Brandt. Em média, são realizadas duas gastrostomias por mês no HC.

 

Link da Matéria

 
José Luiz Delgado: Avaliando a avaliação PDF Imprimir E-mail

04/04/2017

Há coisa de dois anos, a Faculdade de Direito do Recife foi alvo de uma “avaliação” do MEC. Consta que haverá outra. Não entendo por que a Faculdade não se reúne para discutir os critérios dessas avaliações. Sendo mãe da Universidade Federal de Pernambuco e, de certa forma, da universidade brasileira, tendo uma história e uma tradição, sujeitar-se a esses criteriozinhos mesquinhos, miúdos, somente de fachada, e não os denunciar, é uma lástima.

São avaliações eminentemente burocráticas, formais, nominalistas. Valorizam a dedicação exclusiva (contra-valor, não valor, num curso profissional, como o de Direito). Interessam-se sumamente pelas titulações e pela produção, ou seja pelas aparências, não pelas realidades. Não indagam, por exemplo, se os ilustres “doutores” de fato dão aulas, ou se vivem viajando, “pesquisando”, e largam as aulas nas mãos de monitores ou estagiários-docentes. Muito menos indagam se essas aulas prestam, se são densas e competentes. Não investigam a assiduidade nem a qualidade real dos docentes – conferível, por exemplo, nas avaliações periódicas que os alunos fazem (e que a Universidade esconde) ou no reconhecimento dos paraninfados e homenageados nas turmas de concluintes. Qualidade real do magistério é algo que o lamentável MEC não se interessa em avaliar nunca. Talvez porque viesse a descobrir que alguns dos super-titulados, que prestigia, são muito mal vistos pelos estudantes.

O relatório cita alguns professores sem titulação, portanto imprestáveis e indignos. Um deles é um dos maiores valores da Faculdade, tanto que vive sendo procurado e consultado pelos alunos fora das salas de aula. Prestei-lhe pequena homenagem no meu livro sobre a Faculdade. Basta este caso para concluir que quem desmerece a educação brasileira é o MEC.

Do mesmo modo, a produção. Papel suporta tudo. Suporta muita mediocridade. É claro que a produção é importante (secundariamente importante) e o ideal seria que todo docente deixasse alguns livros para a posteridade. Muitos dos mais notáveis professores da Faculdade praticamente não escreveram nada ou escreveram pouquíssimo – um Andrade Bezerra, um Rui Antunes, uma Bernadete Pedrosa. Importante não é a quantidade, mas a qualidade.

O próprio relatório evidencia a indigência do MEC. Espantaram-me seus erros de português. De regência, concordância, etc. Um, em especial, me horrorizou. Escreveram os dois ilustres doutores da comissão avaliadora: “o curso existe a mais de 185 anos”. A mais? Não é o verbo haver, não é “há mais”? Poderia ser um erro de digitação. Mas ele se repete várias vezes... Não, o problema é ignorância mesmo, é despreparo. Os ilustres relatores podem ser doutores ou pós-doutores. Com semelhante ignorância em português elementar, digo que são analfabetos e deveriam voltar ao vestibular. Se esse é o nível do MEC, o MEC não tem condições de cuidar da educação brasileira. A avaliação do MEC vale tanto quanto o português dos seus avaliadores.

 

Link da Matéria

 
Oficinas e triagens gratuitas marcam Dia Mundial da Voz no Recife PDF Imprimir E-mail

04/04/2017

Para marcar o Dia Mundial da Voz, lembrado no próximo dia 16, o Conselho Regional de Fonoaudiologia da 4ª Região (Crefono 4), elaborou uma programação especial de atividades educativas. No próximo sábado (8), fonoaudiólogos ministrarão oficinas gratuitas para profissionais que utilizam a voz como instrumento de trabalho. O encontro acontecerá no Centro de Formação de Educadores Professor Paulo Freire, na Madalena, Zona Oeste do Recife, das 9h30 às 11h30.

Serão abordados nas oficinas temas como relaxamento e respiração, postura corporal, articulação, projeção da voz, entonação, além de questões relativas ao uso da voz com enfoque nas particularidades de cada profissão. "Nossa intenção é oferecer oficinas para profissionais de alguns segmentos, dando subsídios para a melhoria da voz e da comunicação", ressalta uma das coordenadoras da campanha da Voz em Pernambuco, a fonoaudióloga Jonia Lucena, do Crefono 4. Os interessados podem se inscrever pelo link: https://goo.gl/6zV9ha.

Já no dia 12 de abril, fonoaudiólogos e otorrinolaringologistas do Estado realizarão o Plantão da Voz na Praça do Derby, área central do Recife. A iniciativa, das 8h às 15h, oferecerá à população serviço de triagens, orientações e encaminhamentos para realizações de vídeoslaringoscopia. O objetivo da ação é identificar a presença de sinais e sintomas que favoreçam o diagnóstico precoce de doenças, como o câncer de laringe. Os casos mais graves serão encaminhados para realização gratuita de videolaringoscopia no Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip), Hospital do Câncer de Pernambuco (HCP) e Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC/UFPE).

Este ano, a Campanha da Voz é promovida pela Liga Pernambucana de Atenção à Saúde Vocal, formada por fonoaudiólogos dos departamentos de Fonoaudiologia da UFPE, Unicap e Funeso, do Hospital das Clínicas, Hospital dos Servidores do Estado e do Hospital do Câncer de Pernambuco; e conta com o apoio do Conselho de Fonoaudiologia e da Sociedade Pernambucana de Otorrinolaringologia.

 

Link da Matéria

 
<< Início < Anterior 2481 2482 2483 2484 2485 2486 2487 2488 2489 2490 Próximo > Fim >>

JPAGE_CURRENT_OF_TOTAL