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Liberdade de Expressão é fundamental para Democratização da Comunicação PDF Imprimir E-mail

23/10/2017

 

De 15 a 21 de outubro, aconteceu em todo o Brasil a Semana pela Democratização da Comunicação, com o tema “em defesa da liberdade de expressão”. Em Pernambuco a programação se concentrou no Recife e Região Metropolitana, organizadas pelo Fórum Pernambucano de Comunicação (Fopecom), em parceria com o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC). Por todo o país aconteceram debates, seminários, atos e atividades políticas e culturais, com foco na denúncia de violações à liberdade de expressão no Brasil, por meio da Campanha Calar Jamais.

Na terça-feira (17.10), em conjunto com o mandato do vereador Ivan Moraes (PSOL), aconteceu uma reunião pública sobre o papel do município na construção da comunicação comunitária. A reunião aconteceu na Câmara Municipal do Recife, no centro da capital. A programação no Recife ainda teve o lançamento do documentário Direitos Violados, produzido pelos estudantes do Observatório de Mídia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que aconteceu na própria UFPE e também na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap).

Na sexta-feira (20.10), a Marcha Mundial das Mulheres realizou uma roda de diálogo sobre Direito à Comunicação, no Sexto Andar, do Edifício Pernambuco.

Relatório

Na semana da Democratização da Comunicação, o FNDC laçou o relatório da Campanha Calar Jamais. O documento conclui que o avanço do conservadorismo vivido pelo Brasil no último ano comprometeu a garantia do direito à liberdade de expressão no país. As violações ocorreram em várias frentes, como na censura ao trabalho de comunicadores e de manifestações artísticas, na repressão e protestos e no desmonte à comunicação pública no Brasil, como por exemplo o desmonte da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC).

Um dos casos que o relatório apresenta aconteceu no Rio Grande do Sul, em março deste ano. Um jornal produzido pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) para informar a população sobre a Reforma da Previdência incomodou parlamentares governistas e o caso foi parar na Justiça. Após uma decisão de primeira instância, a veiculação do jornal foi proibida por alguns dias, até que outra decisão judicial revogou a primeira e liberou a publicação do folheto.

Para Fabiano Moura, diretor de comunicação da CUT em Pernambuco, “Democratizar a comunicação é imprescindível. Não só para o movimento sindical, mas para toda a sociedade. O golpe que os trabalhadores sofreram teve como braço direito uma mídia que está ao lado do poder econômico, contra os trabalhadores, por isso essa semana é fundamental para que possamos fazer esse debate com a sociedade”, afirma.

O relatório do FNDC será encaminhado a autoridades brasileiras e internacionais, como a Organização dos Estados Americanos (OEA). A intenção do Fórum é buscar a responsabilização do Estado brasileiro pelos episódios de violação.

Segundo Renata Míéle, secretária-geral do FNDC, “as violações são bastante amplas e aconteceram em todo o país. O relatório tem sete categorias de violação: jornalistas e comunicadores, violações a manifestações artísticas, a servidores públicos que ousaram se manifestar contra o golpe, repressão a protestos e a movimentos sociais e organizações políticas, repressão e censura nas escolas, censura nas redes sociais e o desmonte da comunicação pública “, conclui.

A professora Ana Veloso, do Departamento de Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco, afirma que o cerceamento à liberdade de expressão, seja ele por parte do Estado, do mercado ou da sociedade em geral, compromete os valores democráticos.

“É a liberdade de expressão sem interdições e sem cerceamentos que também nos propicia a possibilidade de exercermos nossa cidadania na esfera pública, e esse exercício não pode ser interditado, cerceado, questionado em nenhum momento”, completa.

Edição: Catarina de Angola

 

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Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da UFPE abre inscrição para mestrado e doutorado PDF Imprimir E-mail

23/10/2017

 

Até o dia 26 deste mês, estão abertas as inscrições para os cursos de mestrado e doutorado do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Os interessados devem fazer a inscrição na Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas, no Campus Recife da Universidade, das 9h às 12h e de 14h às 16h, pessoalmente ou por meio de procurador, mediante a apresentação de instrumento de mandato.

As inscrições também podem ser realizadas por correspondência, via Sedex, desde que recebidas pelo programa até o dia 26. A documentação exigida para a realização da inscrição está disponível no edital.

Podem concorrer ao curso de mestrado, os graduados na área do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas ou áreas afins, em instituições reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC). Já para concorrer ao curso de doutorado, os candidatos precisam possuir curso de mestrado na área do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas ou áreas afins, realizado em instituições reconhecidas pela Capes/Ministério de Educação.

São oferecidas 30 vagas para o mestrado e 30 vagas para o doutorado, que serão preenchidas por candidatos classificados, obedecido o número de vagas dentro de cada linha de pesquisa escolhida pelo candidato quando de sua inscrição. São fixadas duas vagas adicionais para os servidores ativos e permanentes da UFPE, conforme Resolução 01/2011 da CCEPE, sendo uma para mestrado e uma para doutorado. As regras do processo seletivo e demais informações podem ser conferidas no edital.

Mais informações: Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas – 81 2126-7515 e Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. .

 

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Farmácia escola da UFPE reabre após 10 meses de reformas PDF Imprimir E-mail

23/10/2017

 

A Farmácia Escola Carlos Drummond de Andrade, do Departamento de Ciências Farmacêuticas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), reabre as portas nesta segunda-feira (23). A unidade passou dez meses fechada para se adequar a novas diretrizes da instituição de ensino, na Zona Oeste do Recife. A reestruturação foi feita em parceria com a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Universidade Federal de Pernambuco (Fade-UFPE).

Há 18 anos, a farmácia produz medicamentos manipulados. Ao longo desse tempo, os recursos adquiridos serviram para manter cinco disciplinas dos cursos de graduação e pós-graduação em farmácia, financiar 38 dissertações de mestrado, 12 teses de doutorado e 90 artigos científicos.

O público principal da instituição é composto por alunos, funcionários e professores da UFPE. As comunidades circunvizinhas e os pacientes do Hospital das Clínicas (HC), vindos da capital e do interior do Estado, também são contemplados.

Além de desempenhar uma função social, a Farmácia Escola representa um espaço de ensino, pesquisa e extensão, colaborando com o cumprimento dos objetivos institucionais da UFPE.

 

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Farmácia de manipulados da UFPE volta a funcionar nesta segunda (23) PDF Imprimir E-mail

23/10/2017

 

A partir de hoje (23), a Farmácia Escola Carlos Drummond de Andrade, do Departamento de Ciências Farmacêuticas da Universidade Federal de Pernambuco, no Campus Recife, na Cidade Universitária, volta a funcionar e atender à comunidade.

Fechado há 10 meses para uma readequação a novas diretrizes, a farmácia é voltada para a produção de medicamentos manipulados com diferentes fórmulas farmacêuticas. Em funcionamento há 18 anos, o local atende alunos, funcionários, professores e moradores dos bairros vizinhos e pacientes do Hospital das Clínicas.

“Foram realizadas mudanças de fluxos internos para a produção de medicamentos, modernização dos laboratórios, readequação do setor de vendas e a inclusão de sala para apresentação de campanhas de educação e minicursos”, explica o coordenador da farmácia, professor Davi Pereira de Santana. Ao todo, foram gastos cerca de R$ 100 mil para a realização das melhorias.

A Farmácia Escola Carlos Drummond de Andrade fica no Campus Recife, mas pode ser acessada pela Avenida Professor Artur de Sá. O horário de funcionamento é das 7h30 às 17h, de segunda a sexta.

Farmácia Escola Carlos Drummond de Andrade
(081) 2126-3119 / (081) 2126-3120

 

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Confusão entre alunos e agentes de segurança gera tumulto na UFPE PDF Imprimir E-mail

23/10/2017

 

Uma confusão envolvendo agentes operacionais e estudantes universitários gerou tumulto na tarde desta segunda-feira (23) no Centro de Artes e comunicação (CAC), localizado Campus Recife da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na Cidade Universitária, Zona Oeste do Recife.

O tumulto começou quando dois agentes do Grupo Tático Operacional (GTO), que fazem a segurança do local, solicitaram que três rapazes que estavam dentro do Centro, e que não são estudantes da instituição, se retirassem. Segundo o agente Arlindo Maranhão, os estudantes estavam fazendo uso de drogas. Os rapazes negaram a acusação.

Após o pedido, os três rapazes se negaram a sair, apoiados por duas estudantes que acusavam a atitude dos guardas de preconceituosa. De acordo com as estudantes, o centro é um espaço público e os rapazes teriam o direito de estar ali. 

Ação truculenta

Ante a negativa de saída, os dois agentes solicitaram apoio, que chegou em poucos minutos. Cerca de dez agentes de segurança retiraram à força os três rapazes de dentro do centro, com a resistência de alguns estudantes.

"Pra evitar que ações criminosas venham acontecer, a gente faz rondas periódicas dentro dos centros. Vêm pessoas de fora pra cá e ninguém sabe quem é quem. Os alunos têm que entender que isso traz riscos pra eles", afirmou o agente Waldemir Barbosa.

Segundo uma das alunas, a ação dos agentes é injusta pois o espaço da Universidade é público. 

 

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