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Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da UFPE abre inscrição para mestrado e doutorado PDF Imprimir E-mail

23/10/2017

 

Até o dia 26 deste mês, estão abertas as inscrições para os cursos de mestrado e doutorado do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Os interessados devem fazer a inscrição na Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas, no Campus Recife da Universidade, das 9h às 12h e de 14h às 16h, pessoalmente ou por meio de procurador, mediante a apresentação de instrumento de mandato.

As inscrições também podem ser realizadas por correspondência, via Sedex, desde que recebidas pelo programa até o dia 26. A documentação exigida para a realização da inscrição está disponível no edital.

Podem concorrer ao curso de mestrado, os graduados na área do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas ou áreas afins, em instituições reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC). Já para concorrer ao curso de doutorado, os candidatos precisam possuir curso de mestrado na área do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas ou áreas afins, realizado em instituições reconhecidas pela Capes/Ministério de Educação.

São oferecidas 30 vagas para o mestrado e 30 vagas para o doutorado, que serão preenchidas por candidatos classificados, obedecido o número de vagas dentro de cada linha de pesquisa escolhida pelo candidato quando de sua inscrição. São fixadas duas vagas adicionais para os servidores ativos e permanentes da UFPE, conforme Resolução 01/2011 da CCEPE, sendo uma para mestrado e uma para doutorado. As regras do processo seletivo e demais informações podem ser conferidas no edital.

Mais informações: Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas – 81 2126-7515 e Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. .

 

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Farmácia de manipulados da UFPE volta a funcionar nesta segunda (23) PDF Imprimir E-mail

23/10/2017

 

A partir de hoje (23), a Farmácia Escola Carlos Drummond de Andrade, do Departamento de Ciências Farmacêuticas da Universidade Federal de Pernambuco, no Campus Recife, na Cidade Universitária, volta a funcionar e atender à comunidade.

Fechado há 10 meses para uma readequação a novas diretrizes, a farmácia é voltada para a produção de medicamentos manipulados com diferentes fórmulas farmacêuticas. Em funcionamento há 18 anos, o local atende alunos, funcionários, professores e moradores dos bairros vizinhos e pacientes do Hospital das Clínicas.

“Foram realizadas mudanças de fluxos internos para a produção de medicamentos, modernização dos laboratórios, readequação do setor de vendas e a inclusão de sala para apresentação de campanhas de educação e minicursos”, explica o coordenador da farmácia, professor Davi Pereira de Santana. Ao todo, foram gastos cerca de R$ 100 mil para a realização das melhorias.

A Farmácia Escola Carlos Drummond de Andrade fica no Campus Recife, mas pode ser acessada pela Avenida Professor Artur de Sá. O horário de funcionamento é das 7h30 às 17h, de segunda a sexta.

Farmácia Escola Carlos Drummond de Andrade
(081) 2126-3119 / (081) 2126-3120

 

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Confusão entre alunos e agentes de segurança gera tumulto na UFPE PDF Imprimir E-mail

23/10/2017

 

Uma confusão envolvendo agentes operacionais e estudantes universitários gerou tumulto na tarde desta segunda-feira (23) no Centro de Artes e comunicação (CAC), localizado Campus Recife da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na Cidade Universitária, Zona Oeste do Recife.

O tumulto começou quando dois agentes do Grupo Tático Operacional (GTO), que fazem a segurança do local, solicitaram que três rapazes que estavam dentro do Centro, e que não são estudantes da instituição, se retirassem. Segundo o agente Arlindo Maranhão, os estudantes estavam fazendo uso de drogas. Os rapazes negaram a acusação.

Após o pedido, os três rapazes se negaram a sair, apoiados por duas estudantes que acusavam a atitude dos guardas de preconceituosa. De acordo com as estudantes, o centro é um espaço público e os rapazes teriam o direito de estar ali. 

Ação truculenta

Ante a negativa de saída, os dois agentes solicitaram apoio, que chegou em poucos minutos. Cerca de dez agentes de segurança retiraram à força os três rapazes de dentro do centro, com a resistência de alguns estudantes.

"Pra evitar que ações criminosas venham acontecer, a gente faz rondas periódicas dentro dos centros. Vêm pessoas de fora pra cá e ninguém sabe quem é quem. Os alunos têm que entender que isso traz riscos pra eles", afirmou o agente Waldemir Barbosa.

Segundo uma das alunas, a ação dos agentes é injusta pois o espaço da Universidade é público. 

 

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Farmácia escola da UFPE reabre após 10 meses de reformas PDF Imprimir E-mail

23/10/2017

 

A Farmácia Escola Carlos Drummond de Andrade, do Departamento de Ciências Farmacêuticas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), reabre as portas nesta segunda-feira (23). A unidade passou dez meses fechada para se adequar a novas diretrizes da instituição de ensino, na Zona Oeste do Recife. A reestruturação foi feita em parceria com a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Universidade Federal de Pernambuco (Fade-UFPE).

Há 18 anos, a farmácia produz medicamentos manipulados. Ao longo desse tempo, os recursos adquiridos serviram para manter cinco disciplinas dos cursos de graduação e pós-graduação em farmácia, financiar 38 dissertações de mestrado, 12 teses de doutorado e 90 artigos científicos.

O público principal da instituição é composto por alunos, funcionários e professores da UFPE. As comunidades circunvizinhas e os pacientes do Hospital das Clínicas (HC), vindos da capital e do interior do Estado, também são contemplados.

Além de desempenhar uma função social, a Farmácia Escola representa um espaço de ensino, pesquisa e extensão, colaborando com o cumprimento dos objetivos institucionais da UFPE.

 

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Juiz federal diz que Reforma da Previdência é excludente PDF Imprimir E-mail

21/10/2017

Depois de aprovada pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados, em maio, a Reforma da Previdência aguarda uma trégua política para ser votada no plenário. Na semana passada, o projeto do governo federal que pretende colaborar com o ajuste nas contas públicas foi tema de discussão no I Congresso Interdisclinar de Direito - Congrid, organizado pelos alunos do curso de Direito da Universidade Salgado Filho. O juiz federal e professor de Direito da UFPE Flávio de Lima, palestrante no evento, conversou com a Folha sobre o que considera ser uma iniciativa falha e desequilibrada, baseada nos padrões de países desenvolvidos, que têm expectativa e qualidade de vida superiores às do Brasil. Para Lima, "falta diálogo com a sociedade".

Por que a Reforma da Previdência encontra mais resistência popular do que a Reforma Trabalhista encontrou?

Dentro de uma noção de Estado Social, a Previdência tem um apelo muito forte. Em 70% dos municípios do interior, por exemplo, no Brasil de uma forma geral, os valores pagos em benefícios previdenciários e assistenciais superam o valor pago a título de Fundo de Participação dos Municípios. Se você reduzir muito a possibilidade dessas pessoas obterem o benefício previdenciário, vai trazer um impacto econômico enorme.

Ao mesmo tempo, é uma estrutura que não se sustenta. Como reformar a Previdência, então, para evitar que ela "quebre"?

Eu acredito, sim, que a Previdência tem tido uma carga de despesas incompatível com as receitas. Mas você não pode colocar a culpa toda no sistema previdenciário, quando os recursos recolhidos para Previdência, Assistência e Saúde vão todos para um cofre único, que chamamos de Seguridade Social. O que me parece incontestável é que essa conta não está esclarecida. Outro ponto é que não pode haver reforma apenas do lado de quem recebe benefício. Tem que acontecer também do lado da fiscalização, para evitar sonegação. Falta equilíbrio. De tempos em tempos, o governo sinaliza para as empresas “olha, por que você está recolhendo [os impostos da] Previdência se, de vez em quando, vem um Refis e libera suas multas e juros? É melhor não recolher”. Esse tipo de sinalização é ruim. Infelizmente, sabemos que outras questões estão envolvidas, e que, de certa forma, a reforma é usada como moeda de troca para conseguir benefícios políticos.

Esse desequilíbrio é a principal falha do projeto?

Temos vários problemas. A mudança da aposentadoria dos trabalhadores rurais, por exemplo, estabelecendo que eles terão que contribuir mensalmente - para o trabalhador rural não é fácil conseguir 5% do salário mínimo para contribuir. Além do que, tudo bem, a reforma resguarda o trabalhador rural, mas os trabalhadores que erguem prédios, que trabalham com força física na cidade, continuam precisando de 25 anos de trabalho. Outro ponto é a modificação da aposentadoria especial. Imagine alguém que trabalha no subsolo, que aspira ares contaminados.

Será que essa pessoa vai conseguir trabalhar até no mínimo 55 anos?

Hoje, em determinadas situações, ela pode se aposentar com 15 anos de contribuição, sem idade mínima. Eu tenho dúvidas se isso foi examinado com o cuidado devido. A verdade é que utilizamos um padrão de reforma de países desenvolvidos, inconcebível. A idade mínima de 65 anos para o homem brasileiro é elevada, considerando nossa expectativa de vida. Membros do governo dizem que devemos considerar a sobrevida [que estima quantos anos a pessoa viverá a partir de qualquer idade, e que, no Brasil, é bem próxima à dos países europeus. Eu discordo.

Falta comunicação do Estado com a população impactada pelas mudanças?

Falta diálogo com a sociedade, tempo de maturação para que as pessoas pudessem apresentar suas impugnações legítimas, mas eu penso que não é apenas comunicação. Faltou mesmo um aprofundamento dos estudos. Como é que não se faz uma avaliação do impacto da reforma na economia dos municípios? Você não pode apresentar redução de despesas que vai impactar fortemente a população sem justificativa nem repercussão.

Quantas pessoas não se aposentarão se a reforma for implantada?

A reforma deveria ser um aperfeiçoamento do sistema, mas não é. É uma reforma excludente. Um levantamento, nos últimos anos, mostrou que, dos aposentados por idade, menos da metade conseguiu chegar a 25 anos de contribuição. No cenário ideal, o projeto não passaria esse ano, para se tornar objeto de discussão com os candidatos à Presidência da República, em 2018.

Sob a ótica do empresário, diz-se que é difícil empreender no Brasil. Um dos fatores para isso é a baixa produtividade do trabalho. A reforma da Previdência pode ser pensada como ferramenta para aumentar a produtividade?

Em momento algum a Reforma toca na produtividade. A produtividade tem a ver com melhor qualificação do trabalhador, com melhorias na educação de forma geral, no sistema de transporte, moradia e saúde. A Reforma não tem nada disso. O ensino fundamental tem que melhorar, no Brasil. É lá que o menino e a menina aprendem a ler e fazer contas. Se faz essas duas coisas bem, ganha a possibilidade de se desenvolver de forma autônoma.

 

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