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UFPE lança concurso para fotógrafos amadores e profissionais retratarem o bairro da Várzea PDF Imprimir E-mail

2025-07-31

Fotógrafos pernambucanos, amadores ou profissionais com mais de 16 anos, têm até 15 de agosto para se inscrever no concurso “Várzea: tramas de um lugar sentido”. A iniciativa, lançada pela Superintendência de Cultura (Supercult) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), integra o I Festival Universitário de Saberes em Cultura e Artes (FUSCA) e visa capturar olhares plurais sobre o bairro da Várzea.

As inscrições ocorrem exclusivamente via formulário online. Contudo, cada participante deve enviar apenas uma fotografia, nos formatos JPEG ou PNG, com resolução mínima de 300 DPI e tamanho máximo de 10 MB.

Posteriormente, uma comissão curatorial formada por profissionais e representantes da Supercult selecionará imagens para a exposição “Várzea: tramas de um lugar sentido”. A mostra será inaugurada durante o I FUSCA, em setembro, no foyer do Cinema da UFPE.

Além da exposição, as fotografias selecionadas concorrerão a uma premiação especial através de votação popular presencial durante o festival. Os três trabalhos mais votados receberão: um kit com impressora fotográfica portátil para smartphones, certificado de obra mais votada e troféu do I FUSCA.

Por fim, o concurso alinha-se diretamente ao tema central do I FUSCA: “tempo e território: o que gira ao seu redor”. A proposta é fomentar reflexões sobre as múltiplas temporalidades e dinâmicas urbanas. Entretanto, especificamente na Várzea, território rico em história e afetividade, o objetivo é provocar narrativas visuais que revelem sua complexidade, memória e vivências cotidianas.

Link da matéria: https://www.leiaja.com/carreiras/2025/07/30/ufpe-lanca-concurso-para-fotografos-amadores-e-profissionais-retratarem-o-bairro-da-varzea/

 
Câmera escura detecta sangue em cenas de crime com precisão de três dias PDF Imprimir E-mail

2025-07-27

Cientistas criaram uma câmara escura que confirma a presença de sangue em cenas de crime através de vídeos gravados com um celular. O dispositivo, desenvolvido por um mestrando da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), não apenas detecta o sangue humano, mas também estima o tempo em que o material biológico permaneceu no local com precisão de pouco mais de três dias e meio. A ferramenta, feita de papelão, oferece uma análise mais rápida e econômica em comparação com métodos tradicionais de laboratório.

O projeto, chamado de CDIB (Imagem digital baseada em quimiluminescência), foi divulgado em um artigo na revista científica “Analytical Methods”, da Royal Society of Chemistry, do Reino Unido. A pesquisa contou com a colaboração de instituições como a UFPE, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil do estado.

A metodologia da câmara escura se baseia no uso de luminol, um composto químico que reage com a superfície contaminada e emite uma luz azul, indicando a presença de sangue. O dispositivo, com uma abertura para o celular, grava a reação química do início ao fim, possibilitando a confirmação da presença de sangue humano nos locais analisados.

Para validar a eficácia da tecnologia, foram realizados testes com amostras de sangue humano, fígado bovino e substâncias simulando tecido biológico, como batom, tinta vermelha e ketchup. Os resultados revelaram que a câmara escura possui uma taxa de acerto de 90%, demonstrando a precisão do método desenvolvido pelo mestrando da UFPE.

A análise de um vídeo, para uma única amostra, se estende por 15 a 20 minutos, dependendo da quantidade de dados a serem processados. O projeto contou com a contribuição da Polícia Científica de Pernambuco, que auxiliou nos testes de identificação de sangue humano em diferentes superfícies e materiais similares ao tecido biológico.

Com a evolução da tecnologia e a expertise adquirida ao longo dos séculos, a câmara escura se destaca como uma ferramenta inovadora para a detecção de sangue em cenas de crime. A combinação de métodos tradicionais com a atualização tecnológica oferece uma abordagem eficiente e precisa para os peritos e investigadores, possibilitando uma análise minuciosa dos locais de crime com o uso de um simples celular.

Link da matéria: https://diariodoestadogo.com.br/camera-escura-detecta-sangue-em-cenas-de-crime-com-precisao-de-tres-dias/

 
UFPE suspende atividades presenciais nesta segunda (28) devido a alerta da Apac PDF Imprimir E-mail

2025-07-27

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) emitiu neste domingo (27) um comunicado suspendendo as atividades acadêmicas e administrativas presenciais nos centros acadêmicos do Recife e de Vitória de Santo Antão.

A decisão é em virtude do informe da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), que divulgou, neste domingo (27), um alerta de chuvas com intensidade moderada a forte para a Região Metropolitana do Recife (RMR) e Zona da Mata.

No comunicado, a instituição informa que funcionarão normalmente os serviços essenciais e será permitido o acesso a espaços físicos da instituição. No entanto, a universidade ressaltou que a comunidade acadêmica não deve se colocar em situação de risco.

Segundo a Apac, a previsão é que as pancadas de chuva devem durar até a manhã desta segunda (28). A precipitação deve-se, de acordo com o órgão, a um aumento de instabilidade causada pelo sistema meteorológico conhecido como Cavado. Ele se caracteriza por uma área alongada de baixa pressão na atmosfera que favorece a formação de nuvens de tempestade e chuva.

Veja a íntegra do comunicado da UFPE:

A UFPE suspende as atividades acadêmicas e administrativas presenciais com base no alerta “Estado de Atenção da Apac”, no turno da manhã nesta segunda-feira (28), nos centros acadêmicos do Recife e da Vitória de Santo Antão.

1. Atividades acadêmicas na graduação:

Devem ser observadas as determinações presentes na Resolução nº5/2025, do Cepe/UFPE, durante o período de suspensão.

2. Atividades acadêmicas na pós-graduação:

Devem ser observadas as determinações presentes na Resolução CEPE nº 04/2022 (pós-graduação), durante o período de suspensão.

3. Atividades Administrativas:

Orientamos o registro da ocorrência pertinente no SIGRH, pelos servidores técnico-administrativos.

4. Atividades acadêmicas do Colégio de Aplicação:

A direção do Colégio de Aplicação irá dar orientações específicas no início da manhã do dia 28/07 para toda a comunidade escolar.

5. Atividades essenciais:

Ressaltamos a preservação dos serviços essenciais e o acesso a espaços físicos da instituição, conforme a Resolução nº 04/2021, do Conselho de Administração, para identificação de problemas, danos, realização de vistorias e de pareceres.

A UFPE enfatiza que os integrantes de toda a comunidade acadêmica não devem se colocar em situação de risco em seus deslocamentos.

Link da matéria: https://www.folhape.com.br/noticias/pernambuco/ufpe-suspende-atividades-presenciais-nesta-segunda-28-devido-a/427296/

 
Cientistas criam câmara escura que confirma presença de sangue em cenas de crime com vídeo de celular; veja como funciona PDF Imprimir E-mail

2025-07-27

Um aluno de pós-graduação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) criou um dispositivo que detecta sangue humano em cenas de crime por meio de vídeos gravados com um celular (veja como funciona no vídeo acima). A ferramenta, que consiste numa câmara escura feita de papelão, também estipula o tempo em que o material biológico permaneceu no local com pouco mais de três dias e meio de precisão.

"Com esse método que a gente desenvolveu, ele [o perito] pode pegar essa amostra, colocar na caixa, fazer essa análise [...]. E aí se mostra mais rápido e menos custoso do que ter que levar isso para o laboratório, esperar fazer essa análise para ter a confirmação de se é realmente sangue e se é humano", explica o mestrando em química Thomas Tributino, responsável pelo projeto.

O experimento faz parte do projeto de mestrado de Thomas sobre o método da câmara escura, chamado de CDIB (sigla em inglês para "Imagem digital baseada em quimiluminescência"). Iniciado em 2023, o estudo foi divulgado em artigo que saiu, no mês passado, na revista científica "Analytical Methods", da Royal Society of Chemistry, a Sociedade de Química do Reino Unido.

A publicação é assinada com cientistas da própria UFPE, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil do estado.

Segundo o mestrando, a tecnologia parte da mesma metodologia utilizada atualmente por peritos ao analisarem uma cena de crime, com o uso de luminol — composto químico que reage com a superfície contaminada e emite uma luz azul, revelando se tem ou não sangue oculto naquele lugar.

"Construí uma câmara de uma caixa de papelão, pintei ela toda de preto, preto fosco. E adaptei ela para ter duas entradas atrás. Uma é a entrada do luminol [...]. E o outro lado é o pedaço de hidrogênio, que é a água oxigenada, também necessária para o luminol funcionar", detalha o cientista.

O celular é acoplado numa abertura em cima da câmara de papelão. De acordo com o pesquisador, a tecnologia funciona da seguinte forma:

coloca-se a superfície contaminada com sangue embaixo da câmara, que simula um ambiente escuro, condição essencial para que a reação do luminol possa ser visualizada;
com o uso de duas seringas, aplica-se uma solução composta de 1 mililitro de luminol e água oxigenada na amostra;
com a câmera do celular, grava-se o processo de reação química do início até o fim, o que pode durar de 1 minuto e 40 a 2 minutos e 50 segundos;
nos pontos em que aparecer a luz azul, o dispositivo confirma a presença de sangue;
com a ajuda de softwares e aplicativos de simulação matemática e estatística, o perito faz a decomposição dos frames do vídeo e a análise dos dados a partir das imagens coletadas;
a partir do processamento das imagens e da análise especializada, é possível saber se o líquido é sangue humano e estimar por quanto tempo estava ali.
Segundo Thomas Tributino, a análise de um vídeo, para uma única amostra, dura entre 15 e 20 minutos.

"A análise depende da quantidade de dados. Como tínhamos muitos dados para analisar e fazer a calibração do método, demorou um pouco por conta da pesquisa, uns seis a sete meses", conta.

Testes com tinta e ketchup
A execução do projeto contou com a colaboração da Polícia Científica de Pernambuco. Para verificar se a tecnologia conseguia distinguir sangue humano do de outros animais, foram utilizadas amostras da instituição e outras de fígado bovino adquiridos num supermercado.

Depois, o material coletado durante a pesquisa foi encaminhado para o Grupo Especializado em Perícias de Homicídios (GEPH), da Polícia Científica, onde foram feitos novos testes com gotas de sangue despejadas em diferentes superfícies, como cerâmica, algodão, madeira e vidro.

Além disso, para verificar novamente a capacidade do equipamento de identificar sangue humano, foram realizados experimentos com diversas substâncias que se assemelham ao tecido biológico, incluindo batom, tinta vermelha e ketchup.

Conforme o estudo, a metodologia da câmara escura demonstrou ter uma eficácia de 90%. Um resultado que reflete um conhecimento acumulado em séculos de pesquisas e experimentações aliado à tecnologia de hoje.

"A partir dos dados que os softwares vão gerar, eu vou utilizar ferramentas matemáticas e estatísticas para poder extrair esses dados químicos do vídeo, que é a chamada quimiometria. A partir disso, a gente constrói modelos para fazer a identificação desse sangue, para saber se o que está ali é realmente sangue, se é sangue humano ou animal, e se onde o sangue foi achado vai interferir em alguma coisa ou não. Tudo isso utilizando o celular", resume Thomas Tributino.

Link da matéria: https://g1.globo.com/pe/pernambuco/noticia/2025/07/27/cientistas-criam-camara-escura-que-confirma-presenca-de-sangue-em-cenas-de-crime-com-video-de-celular-veja-como-funciona.ghtml

 
Chuvas: UFPE suspende atividades presenciais no Recife e em Vitória de Santo Antão na manhã desta segunda PDF Imprimir E-mail

2025-07-27

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) decidiu suspender as atividades acadêmicas e administrativas presenciais na manhã desta segunda-feira (28), nos campi do Recife e de Vitória de Santo Antão. O motivo é o alerta de "estado de atenção" emitido pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), que indica chuvas com intensidade moderada a forte da noite deste domingo (27) até a segunda-feira (28).

De acordo com comunicado da instituição de ensino, durante o período de suspensão, devem ser observadas as determinações presentes na Resolução nº 5/2025, do Cepe/UFPE, para o caso da graduação, e na Resolução CEPE nº 04/2022, para a pós-graduação.

Com relação às atividades administrativas, a UFPE orienta o registro da ocorrência pertinente no Sistema Integrado de Gestão de Recursos Humanos (SIGRH), pelos servidores técnico-administrativos.

Colégio de Aplicação
A instituição de ensino informa ainda que a direção do Colégio de Aplicação irá dar orientações específicas no início da manhã da segunda para a comunidade escolar.

O comunicado ressalta que os serviços essenciais serão mantidos, assim como o acesso a espaços físicos da instituição para identificação de problemas, danos, realização de vistorias e de pareceres.

"A UFPE enfatiza que os integrantes de toda a comunidade acadêmica não devem se colocar em situação de risco em seus deslocamentos", finaliza o comunicado.

Link da matéria: https://jc.uol.com.br/colunas/enem-e-educacao/2025/07/27/chuvas-ufpe-suspende-atividades-presenciais-no-recife-e-em-vitoria-de-santo-antao-na-manha-desta-segunda.html

 
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