Carlos Sandroni

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Carlos Sandroni é Doutor em Musicologia pela Universidade de Tours, França. Sua tese, defendida em 1997, trata das transformações do samba carioca entre 1917 e 1933. Tem mestrado em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ), com dissertação sobre Mário de Andrade, defendida em 1987. Bacharelou-se em Sociologia e Política pela PUC-RJ em 1981. Foi presidente da Associação Brasileira de Etnomusicologia (gestão 2002-2004). Foi professor visitante “Tinker” na Universidade do Texas em Austin no primeiro semestre de 2007. Trabalhou como pesquisador associado ao Centro de Pesquisas em Etnomusicologia (Centre de Recherches em Ethnomusicologie), em Paris, de outubro de 2007 a fevereiro de 2008. Entre abril de 2008 e abril de 2009 fez pós-doutorado na mesma instituição. Publicou os livros: Feitiço decente: transformações do samba no Rio de Janeiro, 1917-33 (Rio de Janeiro: UFRJ/Jorge Zahar, 2001) e Mário contra Macunaíma: cultura e política em Mário de Andrade (S. Paulo: Vértice, 1988). Organizou, com Márcia Sant’Anna, o livro Samba de roda no Recôncavo baiano (Brasília: Iphan, 2007). Foi o coordenador da candidatura vitoriosa do samba de roda do Recôncavo baiano à Proclamação das Obras-Primas do Patrimônio Imaterial da Humanidade (UNESCO, 2005). Coordenou também a publicação Responde a roda outra vez: música tradicional no trajeto da Missão de 1938, um CD duplo com livreto de 100 páginas realizado em parceria com a UFPB e apoio da Petrobras e do CNPq. Tem vários artigos sobre música brasileira publicados em periódicos acadêmicos no país, e também na França, nos Estados Unidos, na Suíça, na Espanha e na Colômbia. Realizou conferências em várias universidade brasileiras e também em Paris, Nova York, Lisboa, Viena, Barcelona e Belfast, entre outras cidades. No âmbito da música popular atuou (e ainda atua eventualmente) como violonista, arranjador e compositor de letra e música. Algumas de suas canções foram gravadas por cantoras como Clara Sandroni (sua irmã), Adriana Calcanhoto e Olívia Byington. A versão que fez para a canção “Biromes y sevilletas”, do uruguaio Leo Masliah, foi gravada por Milton Nascimento. Colabora com o Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFPE e com o Programa de Pós-Graduação em Música da UFPB (João Pessoa). É professor-adjunto do Departamento de Música da UFPE desde 2000, e pesquisador do CNPq (Nível 1).

Áreas de Atuação: Etnomusicologia. História da MPB. Patrimônio Imaterial. Cultura Popular.

 

Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=W44327

Minha canção “Pão doce” no YouTube. Canta Adriana Calcanhoto, ao violão Rafael Rabelo, na gaita de ponto Renato Borghetti. A gravação é de 1989, feita para o primeiro disco de Adriana, Enguiço. O vídeo atribui a canção a um certo C. Sandrino, o que pode ser um erro de digitação ou quem sabe um pseudônimo...

http://www.youtube.com/watch?v=yboFeEnVH24

Artigo sobre samba de roda do Recôncavo da Bahia, publicado na revista Estudos Avançados, da USP "Samba de roda, patrimônio imaterial da humanidade". Estudos Avançados, da USP (2010, número 69):

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142010000200023&lng=pt&nrm=iso