PAPAI

UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

Jorge Lyra (coordenador), Benedito Medrado, Karla Galvão,

Adriano Silva, Julia Costa Lima, Luciana Souza Leão & Nara Vieira

PAPAI/UFPE – Programa de Apoio ao Pai

Universidade Federal de Pernambuco

Departamento de Psicologia

Ao longo dos últimos cinco anos, temos buscado sistematizar informações sobre estudos e propostas de intervenção desenvolvidas e em desenvolvimento no Brasil, com foco no conceito de masculinidade e/ou nos homens, numa perspectiva de gênero.

No Brasil, percebemos uma grande ausência de pesquisas acadêmicas e de ações específicas, no campo da sexualidade e reprodução, voltadas à população masculina, particularmente os pais jovens e adolescentes. Essa constatação foi fruto de um exaustivo levantamento realizado para as dissertações de mestrado de Jorge Lyra (1997) e Benedito Medrado (1997), bem como dos contatos que fizemos junto a programas de intervenção, a maioria deles voltados para população adolescente, em desenvolvimento em vários estados brasileiros.

Inicialmente, a labuta que enfrentamos na determinação de estratégias para chegar aos pais jovens e adolescentes mostrou que, mesmo quando um rapaz quer assumir um papel ativo como pai de seu filho, as instituições sociais - desde as que são responsáveis pela coleta de dados demográficos, passando pelas de registro civil, pela família, escola e saúde - parecem recusar-lhe esta função.

Na sociedade contemporânea a concepção e criação de filhos ainda se restringe à maternidade, incluindo discretamente o pai (Novelino, 1987; Santos; Novelino e Nascimento, no prelo). A paternidade, quando tratada, é sob a ótica feminina, reforçada pela idéia de que são as mulheres que carregam a gravidez: quase nunca se pergunta ao homem sobre sua participação, compromisso e desejo no processo de reprodução. Contudo, pesquisas, reflexões e intervenções, principalmente as que vêm ocorrendo fora do Brasil, indicam o que é óbvio para alguns e novidade para muitos: a importância do homem na vida reprodutiva.

Neste sentido, segundo Mundigo (1995), um dos maiores problemas enfrentados pelas políticas de saúde reprodutiva, atualmente, é a necessidade de aumentar o conhecimento, o acesso e a prática da anticoncepção entre homens adolescentes.

Especificamente na cidade de Recife/PE, existem pelo menos quatro importantes programas de atenção às grávidas adolescentes: Hospital das Clínicas, Hospital Agamenon Magalhães, Instituto Materno Infantil e Maternidade da Encruzilhada. Todavia, o PAPAI é um dos poucos serviços de atenção voltada para o pai da criança.

Porém, a ausência de interesse ou envolvimento social com um tema, por si só, não justifica que este seja socialmente relevante.

Hoje, constata-se que a compreensão e o conhecimento sobre representações e práticas masculinas poderiam contribuir para melhorar os resultados de programas voltados à saúde das crianças, à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e ao planejamento familiar.

Na tentativa de minimizar as lacunas nesse campo, o principal objetivo de algumas políticas de saúde sexual e reprodutiva, a exemplo do Programa de Ação da ICPD - Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento de 1994, no Cairo/Egito - tem sido a de "aumentar a responsabilidade masculina em todas as áreas relativas à formação da família e à reprodução humana" não apenas em número mas em qualidade das atividades. Contudo, como bem observa Mundigo (1995), esta empreitada, não será tão simples, pois para se conseguir uma maior participação dos homens será preciso superar diferentes barreiras culturais e ideológicas, institucionais e individuais, de homens e mulheres.

Nos Estados Unidos (mas não apenas), de acordo com Adams, Pittman e O’Brien (1993), o declínio das taxas de casamento entre os adolescentes que engravidam está associado a um valor de senso comum, segundo o qual os pais adolescentes solteiros são irresponsáveis, indiferentes com suas companheiras, e tampouco demonstram interesse por seus filhos. Todavia, a situação desses homens é muito mais complexa do que sugere este estereótipo, não podendo ser generalizada para todos os jovens. É necessário explorar pois essa complexidade e as pressões impostas aos pais adolescentes.

Estes autores, examinando a validade deste estereótipo, observaram que os pais procuram contribuir com seu filho e a mãe. Esta ajuda, no entanto é muito informal, pois os pais adolescentes são vulneráveis economicamente, têm dificuldades para conseguir emprego e possuem pouca formação escolar. Além disso, eles organizam outros arranjos familiares (casam oficialmente, moram juntos, permanecem cada um com suas famílias de origem, moram com outros parentes etc.), pois não têm suporte financeiro para dar conta das famílias constituídas com o advento da gravidez.

Em seu trabalho realizado na Fundação de Defesa da Criança (Washington D.C.), estes autores observaram que, o reconhecimento da paternidade (legal - formal e informal - voluntário) é o primeiro sinal do sentimento de compromisso. No reconhecimento voluntário, o pai procura acompanhar o desenvolvimento do filho e se esforça para dar suporte para a mãe e o filho. Este acompanhamento se caracteriza pelo contato com a mãe e a criança, o cuidado, a alimentação e a roupa, incluindo o suporte financeiro, além da provisão emocional, isto é, o estabelecimento de uma relação amorosa com o filho e se for o caso com a mãe da criança.

Seguindo essa perspectiva, há algumas indicações de que intervenções intensivas e específicas junto aos adolescentes de sexo masculino e feminino podem auxiliá-los a assumir compromissos com a paternidade e maternidade. Ricas experiências têm sido descritas em Programas, tais como:

 

Em linhas gerais, os resultados que esses programas apresentam permitem vislumbrar um impacto positivo nos pais adolescentes, em suas parceiras e filhos quando redes de apoio são criadas ou fortalecidas. Indicam, também, a necessidade de desenvolverem-se estratégias múltiplas, acionando não apenas o pai, mas a mãe e especialistas, através de focos diversos de intervenção, que incluem o campo de estudos e pesquisas.

No Brasil, experiências relativamente recentes têm mostrado ser possível a introdução de novas temáticas na agenda acadêmica associadas a uma perspectiva de intervenção e transformação social. Como exemplo, podemos citar os estudos sobre mulher e relações de gênero, intensamente associados à militância feminista ou a um projeto de transformação das relações de gênero na sociedade (Rosemberg, 1993; 1997).

Dentro, ou fora da universidade - situando-se também, em centros de pesquisa -, a temática mulher/gênero, até meados da década de 70 não constituía campo legítimo de conhecimento no Brasil. Através de estratégias múltiplas (evidentemente, com apoio financeiro, em muitos casos), a temática foi ganhando visibilidade e legitimidade, ocupando, hoje, espaço institucional nas universidades: os núcleos de estudos sobre mulher/relações de gênero, pelo levantamento efetuado em 1994, distribuíam-se em todas as regiões do país, eram bastante numerosos, algo em torno de 40 (Costa e Sardenberg, 1994). Contudo, fazemos a ressalva de que esta cifra deve estar defasada, pois, ultimamente, vêm sendo criados muitos núcleos deste tipo.

Basicamente, o modo de funcionamento desses núcleos teve, como guia de orientação, os grupos de reflexão - espaço específico para discussões em torno da questão da mulher -, americanos e europeus, que se constituíam como estratégia de articulação do movimento feminista contemporâneo (Costa e Sardenberg, 1994).

Mas, não se limitaram a isto. Dentro da universidade, estes núcleos, têm atendido ao seu tripé de funções: ensino, pesquisa e extensão. A ligação da universidade com os movimentos sociais teve um caráter deliberado e assumido de militância, que aos moldes acadêmicos se configurava ou como prestação de serviços à comunidade ou como atividade de extensão (Blay, 1990).

As atividades desenvolvidas por estes núcleos foram as mais diversificadas possíveis: levantamento de financiamento para as pesquisas; formulação ou indicação de novas disciplinas sobre mulher e relações de gênero no currículo de cursos de graduação e pós-graduação; levantamento e análise de informações sobre que disciplinas contemplavam o tema (mulher/gênero); sistematização e análise da produção acadêmica sobre esta temática (Blay, 1990; Blay & Costa, 1992; Costa, 1994).

Em complementaridade, desenvolvem atividades de sensibilização e defesa dos direitos da mulher junto à comunidade, através da organização de atividades extracurriculares, entre elas, ciclos de debates e conferências, apresentação e discussão de filmes ou, pela atuação como agência de consultoria junto a órgãos governamentais para programas de geração de renda, combate à pobreza ou junto a movimentos populares, organizações sindicais, associações religiosas e outros grupos feministas. Alguns fornecem ainda atendimento direto ao público, como consultas psicológicas para vítimas de violência, classe de alfabetização e profissionalização para mulheres adultas (Blay, 1990; Blay e Costa, 1992; Costa, 1994).

Apreendemos destas experiências que uma proposta de intervenção que traz a tona uma nova temática para discussão na sociedade, e ainda por cima, pensada no âmbito da universidade, não constitui somente um trabalho concreto de atuação junto à comunidade, mas é também um novo modo de pensar e alimentar outros campos de pesquisa, buscando fortalecer o elo ensino-pesquisa-extensão, que caracterizam metas primordiais da vida acadêmica.

Com base nessas reflexões, projetamos e estamos desenvolvendo em Recife/PE, o PAPAI – Programa de Apoio ao Pai, um projeto que alia intervenção, ensino e pesquisa que está sendo desenvolvido na UFPE, em parceria com a Clínica Psicológica e o Laboratório de Interação Social Humana (LabInt) do Departamento de Psicologia.

 

 

Objetivos, ações e valores

A nossa proposta tem como objetivo geral trazer para primeiro plano de discussão a necessidade e a importância da participação jovem e masculina na vida reprodutiva e familiar, tendo o campo da saúde reprodutiva como área mais ampla de ação e debate e como temática específica a paternidade jovem e adolescente.

Este objetivo geral se traduz em quatro objetivos específicos:

  1. sensibilizar e apoiar adolescentes de sexo masculino para que possam assumir, de maneira responsável, sua vida reprodutiva, fortalecendo seu envolvimento durante a gestação, o parto e no cuidado para com o filho, ajudando-o a construir seu espaço dentro da família, num outro lugar que não apenas o de filho ou de chefe provedor;
  2. sensibilizar adolescentes de sexo feminino quanto à desejabilidade e necessidade do envolvimento dos pais de seus filhos durante a gestação, o parto e o cuidado para com a criança;
  3. sensibilizar profissionais que já atuam junto a adolescentes sobre a necessidade de compreenderem e apoiarem pais adolescentes a fim de serem criadas condições para seu exercício mais favorável;
  4. produzir e divulgar conhecimentos sobre a paternidade adolescente e as maneiras de apoiá-la.

Esses objetivos se traduzem em quatro vetores de ação.

  1. prestação de serviços - Atendimento individual e em grupo com os adolescentes (pais e mães), nos quais dialogamos sobre suas experiências, visando proporcionar condições para uma maior autonomia (empowerment), identificando junto com eles(as) alternativas para superar possíveis obstáculos, considerando que, em geral, essa é uma experiência nova na vida do adolescente e, portanto, repleta de dúvidas e incertezas.
  2. sensibilização para o tema - A noção de que a gravidez/paternidade na adolescência trata-se de um evento fora de tempo, isto é, precoce, prematuro e, portanto, sempre indesejável, tem gerado discursos e práticas preconceituosas e anti-éticas. Com base na crítica a esta postura, temos buscado uma sensibilização para o tema, através do estabelecimento de parcerias com profissionais e instituições que atuam junto a população jovem e/ou masculina, bem como através da produção de material para veiculação pela mídia televisiva, impressa e radiofônica, atingindo a população como um todo.
  3. produção de conhecimentos - Tendo em vista a escassez de informações acerca da participação masculina em questões relativas à sexualidade e reprodução, a equipe do PAPAI tem investido na elaboração e desenvolvimento de projetos de pesquisa, participação e organização de eventos, produção de textos etc. Tais informações visam subsidiar as atividades de sensibilização, bem como retroalimentar novas propostas de pesquisa e intervenção, que tenham como foco as relações de gênero e idade.
  4. construção de banco de dados - Para subsidiar os demais vetores, temos realizado levantamento de materiais variados relacionados aos temas paternidade, adolescência, sexualidade e reprodução, incluindo textos - artigos de periódicos, capítulos e livros, matérias de jornais e revistas, sites na internet; imagens - fotos, gravuras, pinturas, cartões postais, calendários, história em quadrinhos; vídeos - filmes, programas de TV, vinhetas, comerciais etc.

Na orientação desses vetores, adotamos em nosso trabalho, o princípio de que nossas ações não são, e não devem ser auto-suficientes: sempre que possível temos desenvolvido ações de articulação com serviços já existentes. Daí a importância das parcerias que desenvolvemos e fortalecemos com os serviços e organismos que já atuam nas áreas da adolescência e dos direitos reprodutivos.

Assim, por exemplo, tendo em vista que o programa não responde a demandas de caráter psicoterapêutico e de orientação vocacional, quando aparecem adolescentes com essa demanda, eles são encaminhados para outros profissionais e instituições habilitados, através de rede de contatos.

Além disso, para delimitar esta proposta, fora as razões pessoais/profissionais e sua justificativa no plano social, é necessário, também, trazer à tona os valores que vêm norteando estas intervenções sociais, afinal, intervir na área da paternidade adolescente significa combater preconceitos e estereótipos arraigados e optar pela adoção de novos valores.

No plano dos valores, expomos os que orientam as ações que nos propomos, e que vêm orientando outros trabalhos em âmbito nacional e internacional.

A crítica à concepção negativa da maternidade e paternidade adolescentes, entretanto, não significa que a gravidez e o tornar-se pai na adolescência sejam considerados como algo bom ou desejável para todos os adolescentes, mas que se faz necessário discutir e problematizar os sentidos das ações exclusivamente repressivas e excludentes.

Um trabalho com um caráter menos valorativo possibilitaria, a nosso ver, formular programas bem mais adequados às necessidades enfrentadas pelos adolescentes, sem "pré-conceituar" a paternidade e a maternidade nessa fase como pura e simplesmente negativa. O discurso ambíguo e a falta de apoio institucional que até então vem se apresentando para os jovens, pouco tem contribuído para que eles tenham um bom desempenho com a paternidade e a maternidade.

Nesse sentido, a implantação de um programa desta natureza encontra na extensão universitária seu locus privilegiado, considerando, que, como têm assinalado alguns autores (Brenner, 1993; Rodrigues, 1983; Sila, 1988, entre outros), a extensão universitária, quando desenvolvida numa perspectiva crítica, representa uma possibilidade de integração entre teoria e prática, destacando-se sua inserção política e educacional que visa tanto a melhoria das condições de vida da comunidade, quanto a formação profissional e humana do estudante universitário. Em síntese, esse é o fundamento de um programa de ensino, pesquisa e intervenção.

 

Considerações finais

Em linhas gerais, como desenvolvido ao longo deste texto, constatamos que a introdução de uma nova temática na agenda acadêmica universitária implica em considerar, simultaneamente, as funções de extensão, ensino e pesquisa.

Assim, uma intervenção como a que estamos desenvolvendo visa, também, mobilizar instâncias produtoras de conhecimentos. Tais conhecimentos são imprescindíveis para orientar a ação, preparar recursos humanos para intervir e, trazer para dentro das disciplinas científicas, em especial a Psicologia, a Educação, a Saúde, as Ciências Sociais e a Demografia, a figura de um personagem ausente do campo da saúde sexual e reprodutiva: o homem, ou mais especificamente, o pai.

A inserção em instituição mais ampla, com rede de serviços, permite que o projeto inter-atue com outras instâncias, respondendo ao princípio da não completude. Esta interdependência é desejável no sentido de não duplicar esforços e custos, ao mesmo tempo que não isola a clientela à qual se destina: os pais adolescentes.

Com esta proposta de intervenção esperamos estar colocando em prática os conhecimentos com os quais entramos em contato e que conseguimos sistematizar durante estes últimos anos. Desta forma, podemos contribuir mais efetivamente com um campo de estudo/ação que ainda vem se constituindo no Brasil, a saber o estudo sobre masculinidade e paternidade.

As teorias sobre relações de gênero e subordinações de idade nos permitiu investigar um campo de conhecimento e definir uma estratégia para ação, à luz de uma postura ética. À uma essencialização da maternidade como destino da mulher corresponde uma essencialização da não-paternidade do homem, movimentos interdependentes, mas não complementares. Instituições operam neste sentido, associando à mulher o cuidado para com a prole e associando ao homem provento material destes filhos. Homens e mulheres atualizam ou não estas prescrições, assumindo mais ou menos os modelos sociais. Porém, nem todas as mulheres desejam filhos, como nem todos os homens rejeitam a paternidade psicológica. Contudo, homens que não rejeitam a paternidade psicológica encontram, muitas vezes, barreiras para expressá-la, colocadas pelas instituições, por outros homens, por mulheres e por suas próprias limitações.

Estas contradições e estes conflitos podem ser geradores de sofrimento para homens, que podem, ou não, encontrar recursos internos para superá-los. Apoiar estes homens, nos planos individual e institucional, poderá auxiliá-los a desempenharem, mais ativamente, a paternidade psicológica junto a seus filhos. Para os adolescentes, podemos favorecer-lhes condições para que possam construir sua cidadania através de uma ação direcionada a todos os aspectos de suas vidas pessoais, ou seja, investir no sentido de contribuir para que se tornem sujeitos de direito em nossa sociedade e, com isso, possam proporcionar a seus filhos bem-estar e melhores condições de desenvolvimento.

Ao longo deste percurso, reconhecemos a dificuldade de acesso aos pais adolescentes, dado o próprio muro de silêncio que se coloca em relação ao tema paternidade adolescente (Lyra, 1997). Contudo, a chegada ao PAPAI de pais e mães adolescentes, bem como o interesse por parte de instituições governamentais e não-governamentais, acadêmicas e não-acadêmicas, em desenvolver atividades conjuntas reforçam a idéia de que é necessário investir nesses jovens e nas discussões em torno da participação jovem e masculina no contexto da sexualidade e reprodução, integrando formação, estudos, pesquisas e ações.

 

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