Borum-Krenak

Título em Português: BORUM-KRENAK
País de Origem: Brasil
Ano de Produção: 2013
Duração: 10 min
Nome: Adriana Jacobsen
Cidade/Estado: Vitória/ES
País: Brasil
Filmografia: 7º Visões Periféricas

Sinopse: A história desconhecida de um povo que sobreviveu à colonização do Vale do Rio Doce.
Quando os portugueses chegaram no Sudeste do Brasil, grupos nômades, que se autodenominavam “borum” (o ser), viviam na Mata Atlântica que cobria a bacia do Rio Doce. Eles passaram a ser chamados de “botocudos” pelos portugueses.
Como resistiam aos avanços dos colonizadores, os borum se tornaram um empecilho para a Coroa Portuguesa, que declarou a Guerra Justa, legalizando assim sua escravidão e extermínio.
No século XVIII, a fama de selvageria dos botocudos despertou a curiosidade de naturalistas e pesquisadores europeus, entre eles o príncipe Maximiliano de Wied-Neuwied e a princesa Teresa da Baviera. Os dois registraram em diário sua expedição pelo Espírito Santo. O príncipe levou consigo seu tradutor e guia botocudo para a Europa. Já a princesa, em 1888, encontrou às margens do Rio Doce um grupo chamado nak-ne-nuk, do povo borum, confinados em um posto militar de aldeamento.
Na história brasileira, os borum não existem e os botocudos ainda são representados como guerreiros canibais e primitivos, extintos no século passado.
No entanto, os borum sobreviveram, e contam aqui a sua versão da história dos botocudos e da colonização da bacia do Rio Doce.
Diretor: Adriana Jacobsen
Produtor: Warlise Weller
Fotografia: Apoena Medeiros, Tião Fonseca
País/Países de produção: Brasil
Cor: Colorido


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